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Estudo de novas abordagens terapêuticas no tratamento da rinossinusite crônica com pólipo nasal

Processo: 19/05843-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de fevereiro de 2020 - 31 de janeiro de 2025
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Fabiana Cardoso Pereira Valera
Beneficiário:Fabiana Cardoso Pereira Valera
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados: Armando da Silva Cunha Junior ; Edwin Tamashiro ; Eurico de Arruda Neto ; Marcello Rubens Barsi Andreeta ; Marina Trevelin Souza ; Oscar Peitl Filho ; Wilma Terezinha Anselmo-Lima
Assunto(s):Otorrinolaringologia  Tratamento  Terapêutica  Doenças inflamatórias  Sinusite crônica  Pólipos nasais 

Resumo

A Rinossinusite crônica (RSC) é uma doença inflamatória de alta prevalência e de consideráveis impactos sobre a qualidade de vida e aspectos socioeconômicos. Atualmente, é subdividida em duas entidades, sendo a rinossinusite crônica com pólipo nasal (RSCcPN) distinta pelo seu fenótipo, pela sua fisiopatogenia, sendo também correlacionada a pior prognóstico. Aproximadamente 40% dos pacientes com RSCcPN persistem com sintomas e sinais mesmo após tratamento otimizado. Nesse cenário, propomos o atual projeto, onde estudaremos, em 4 subprojetos inter-relacionados, diferentes vias de sinalização, novas propostas terapêuticas e novas vias de administração de drogas atuais, na expectativa de melhorar as taxas de remissão do tratamento clínico da RSCcPN. O subprojeto 1 avaliará a possível influência dos inibidores de caspase na fisiopatogenia da RSCcPN e sobre a eficácia terapêutica do corticoide tópico. O subprojeto 2 avaliará a segurança e eficácia de duas drogas com potencial de inibir o processo inflamatório nos pólipos nasais (inibidores de ROCK e agonistas de potássio) em camundongos, uma vez que estudos in vitro com a medicação mostraram-se promissores. O subprojeto 3 avaliará o potencial do biovidro F18 em inibir a formação do biofilme de Staphylococcus aureus (SA) in vitro, e a segurança desse composto num modelo animal em coelho, assim como a eficácia no controle da inflamação nasossinusal. O subprojeto 4 avaliará a segurança e a eficácia de uma novo modo de administração de mometasona nasal, sob a forma mucoadesivo à base de PLGA (ácido lático co-glicólico - polímero que permite a liberação lenta e programada de fármacos), em modelo animal, e num ensaio clínico em humanos, em estudos fase I/II. Os quatro subprojetos têm potencial de aplicabilidade clínica em curto ou médio prazo. (AU)