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Potenciais evocados auditivos em doenças desmielinizantes na infância

Processo: 19/24347-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2020 - 31 de março de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Pesquisador responsável:Carla Gentile Matas
Beneficiário:Carla Gentile Matas
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Crianças  Perda auditiva  Esclerose múltipla  Adolescentes  Audição  Potenciais evocados auditivos  Neuromielite óptica  Audiologia 

Resumo

INTRODUÇÃO: Em crianças, uma doença desmielinizante aguda pode evoluir como uma doença multifásica com várias recidivas, tais como a esclerose múltipla (EM) e neuromielite óptica (NMO). O Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE) é um potencial de curta latência que permite a análise neurofisiológica da via auditiva, desde a orelha interna até o tronco encefálico alto. Os Potenciais Evocados Auditivos de Longa Latência (PEALL) refletem a atividade neuroelétrica da via auditiva nas regiões do tálamo e córtex auditivo, estruturas responsáveis pelas funções de discriminação, integração e atenção, fornecendo informações sobre o funcionamento do Sistema Nervoso Auditivo Central (SNAC). Portanto, os PEATE e PEALL contribuem para a identificação das alterações retrococleares ou outras alterações do SNAC. OBJETIVO: caracterizar os potenciais evocados auditivos de tronco encefálico e longa latência em crianças e adolescentes com EM e NMO, e verificar os valores diagnósticos destes potenciais em cada uma das doenças desmielinizantes. MÉTODOS: A casuística será composta por dois grupos estudo (GE1 - esclerose múltipla, GE2 - neuromielite óptica) e dois grupos comparação (GC1 e GC2), pareados por idade e gênero (faixa etária de 9 a 18 anos 11 meses). Serão realizadas avaliação audiológica básica e avaliação eletrofisiológica da audição por meio dos PEATE e PEALL. Os resultados obtidos nos indivíduos do GE1 e do GE2 serão comparados entre si e com os dados obtidos nos indivíduos com desenvolvimento típico (GC1 e GC2). (AU)