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Mapeamento de habitats marinhos em unidades de conservação e combate à pesca fantasma

Processo: 19/19502-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2020 - 31 de janeiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca
Convênio/Acordo: Secretaria do Meio Ambiente - Fundação Florestal
Pesquisador responsável:Luiz Miguel Casarini
Beneficiário:Luiz Miguel Casarini
Instituição-sede: Instituto de Pesca. Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):20/06595-0 - Detecção, remoção e caracterização dos petrechos de pesca fantasma, BP.TT
20/06928-9 - Processamento digital de imagens de habitats marinhos, BP.TT
Assunto(s):Recursos pesqueiros  Conservação dos recursos naturais   Habitat  Áreas de conservação  Mapeamento  Reciclagem  Polímeros sintéticos  Sonar 

Resumo

O efeito da pesca vai além da retirada de biomassa, também gera os petrechos de pesca perdidos, abandonados ou descartados, conhecidos como petrechos fantasmas, problema recorrente em unidades de conservação não só no Estado de São Paulo, mas no Brasil e no mundo. Os objetivos deste estudo são: mapear e classificar os habitats marinhos por imagens acústicas e digitais; detectar, identificar e remover os petrechos fantasmas para reciclagem sustentável; avaliar os impactos causados no ambiente marinho nas áreas dos Parques Estaduais Xixová-Japuí (PEXJ) e Marinho Laje de Santos (PEMLS) e da Área de Proteção Ambiental Marinha Litoral Centro (APAMLC). No período de janeiro de 2020 a dezembro de 2021 serão realizadas 10 campanhas para mapeamento de habitats e detecção e remoção de petrechos fantasmas por meio de sonar de varredura lateral, veículo operado remotamente (ROV), sistema de aeronave remotamente pilotada - RPAS (drone), câmera subaquática rebocada, mergulho científico e inspeção visual da superfície na Laje dos Moleques (PEXJ), no entorno da Ilha da Moela, Laje da Conceição, parcel Pedro II e no Setor Itaguaçu - área do gasoduto e do sistema de cabo óptico (APAMLC), e nos parcéis Brilhante, Bandolim, Novo e Sudoeste, na Laje de Santos e no Calhaus (PEMLS). Os resultados irão fornecer informações fundamentais para o ordenamento do território e estratégias para o manejo e conservação de recursos pesqueiros. Viabilizar uma abordagem ecossistêmica à gestão das atividades humanas para proteger o ambiente marinho e da reciclagem dos petrechos fantasmas para produtos poliméricos sustentáveis de alto valor ambiental agregado. O conhecimento gerado através deste estudo, sobre a questão da pesca fantasma, poderá ser amplamente replicado e continuado pela gestão das unidades de conservação para o enfrentamento desse grave impacto ambiental. (AU)