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Efeitos crônicos do Método Pilates sobre as respostas cardiorrespiratórias, autonômicas, endoteliais e metabólicas em mulheres hipertensas controladas

Processo: 19/13867-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2020 - 30 de abril de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Alessandra Medeiros
Beneficiário:Alessandra Medeiros
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Pesq. associados:Claudia Ridel Juzwiak ; David Andrew Low ; Rodolfo Leite Arantes ; Victor Zuniga Dourado
Assunto(s):Exercício físico  Fisiologia do exercício  Treinamento de força  Pilates  Hipertensão  Endotélio  Aptidão cardiorrespiratória  Testes de função cardíaca  Qualidade de vida  Mulheres 

Resumo

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma doença crônica, multifatorial e multicausal com prevalência crescente. Além disso, a HAS é apontada como um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e, portanto, o seu tratamento é de suma importância. Entre os tratamentos não medicamentosos da HAS está o treinamento físico (TF). O efeito hipotensor do TF aeróbio é vastamente conhecido na literatura, porém, os dados relativos ao TF resistido são escassos e controversos. Dentre as várias modalidades que trabalham exercícios resistidos, podemos citar o Método Pilates (MP), o qual tem sido amplamente difundido, mas ainda pouco estudado do ponto de vista cardiorrespiratório. Recentemente, nós observamos que o MP foi capaz de reduzir a pressão arterial sistólica, diastólica e média tanto clínica quanto ambulatorial em todos os momentos avaliados (vigília, sono e 24h) em mulheres hipertensas controladas. No entanto, os mecanismos responsáveis por essa redução ainda não foram esclarecidos. Dessa forma, estamos propondo no presente projeto, o estudo dos possíveis mecanismos autonômicos e vasculares responsáveis pela redução da pressão arterial após período de treinamento com o MP em mulheres hipertensas. Para os mecanismos autonômicos realizaremos análise da variabilidade da frequência cardíaca e do balanço simpato-vagal. Já, para os mecanismos vasculares, realizaremos avaliação da dilatação fluxo-mediada da artéria braquial e avaliações bioquímicas. Além disso, pretendemos avaliar o efeito deste tipo de TF na capacidade cardiopulmonar; força e arquitetura musculares; flexibilidade; coordenação; agilidade; estado de humor; atenção; ansiedade; estresse; depressão; índice de qualidade do sono e qualidade de vida de mulheres hipertensas medicadas. (AU)