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Arginase em pré-eclâmpsia: estudo de polimorfismos genéticos, fatores circulantes e ensaios in vitro

Processo: 19/07230-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2020 - 31 de março de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Valeria Cristina Sandrim
Beneficiário:Valeria Cristina Sandrim
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesq. associados: Mattias Carlström ; Ricardo de Carvalho Cavalli
Assunto(s):Hipertensão induzida pela gravidez 

Resumo

A pré-eclâmpsia é a principal causa de mortalidade e morbidade entre as gestantes no Brasil e em vários países. A fisiopatologia desta doença é complexa e envolve vários processos. Um destes, relaciona-se a deficiência da via do óxido nítrico (do inglês, nitric oxide NO). Uma possível causa desta deficiência poderia ser a alta expressão da enzima arginase, que compete pelo substrato (L-arginina) com a eNOS, enzima que produz o NO principalmente no endotélio, diminuindo, portanto, o substrato disponível para síntese de NO. Até o momento, poucos trabalhos focam no estudo da arginase em pré-eclâmpsia, sendo que nenhum avalia polimorfismos genéticos que poderiam modular sua atividade enzimática e conseqüentemente contribuir para alterações na biodisponibilidade de NO. Assim, o presente projeto tem como objetivo comparar, entre gestantes saudáveis e pré-eclâmpsia (responsiva ou não a terapia anti-hipertensiva), as freqüências de polimorfismos nos genes que codificam a arginase 1 e arginase 2, os níveis plasmáticos destas enzimas, sua atividade e a correlação destas variáveis com os níveis plasmáticos de nitrito (biomarcador de NO) e sFLT-1. Além disso, realizaremos estudos in vitro (modelo in vitro de pré-eclâmpsia) incubando o plasma dessas gestantes com células endoteliais, juntamente com o inibidor de arginase (BEC) e um potencial inibidor de NADPH oxidase (resveratrol) e verificando: a expressão e atividade da arginase, citotoxicidade, viabilidade celular, apoptose, produção de espécies reativas de oxigênio, NO, entre outros parâmetros. Acreditamos que os dados obtidos neste projeto trarão informações relevantes para o estudo e terapia da pré-eclâmpsia no contexto mundial. (AU)