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Funcionalização de nanocelulose para remediação de sistemas aquáticos contaminados por metais tóxicos

Processo: 19/24684-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2020 - 30 de abril de 2022
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica
Pesquisador responsável:Danielle Goveia
Beneficiário:Danielle Goveia
Instituição-sede: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental de Itapeva. Itapeva , SP, Brasil
Pesq. associados: Cristina Palet Ballús ; Luciana Camargo de Oliveira ; Wander Gustavo Botero
Bolsa(s) vinculada(s):20/07796-9 - Funcionalização de nanocelulose para remediação de metais em sistemas aquáticos, BP.TT
Assunto(s):Nanocelulose  Substâncias húmicas  Água  Química ambiental 

Resumo

Metais potencialmente tóxicos podem ser encontrados em diferentes formas, livres ou complexados à matéria orgânica e inorgânica. Ao entrar na cadeia alimentar ocorre a bioacumulação e biomagnificação. São considerados uma classe preocupante de contaminantes, pois não são degradados, permanecendo por um longo período no ambiente. É necessário o desenvolvimento de dispositivos capazes de recuperar sistemas contaminados por metais. Neste sentido, nanopartículas de celulose tem surgido como um material promissor, unindo a nanotecnologia e o uso de recursos renováveis. Biocompatível, biodegradável e com baixa toxicidade, a celulose apresenta uma longa história de aplicações na área de recuperação de metais em sistemas aquáticos. Aliar a funcionalização à nanotecnologia permitirá aumentar a área superficial e a capacidade complexante do material, permitindo o desenvolvimento de um bioproduto atraente e inovador para a área de química analítica ambiental. Sendo assim o objetivo deste projeto é preparar um filme de nanocelulose modificada e aplicar em estudos de recuperação de metais potencialmente tóxicos em sistemas aquáticos contaminados. A presença da matéria orgânica será avaliada pela concentração controlada de substâncias húmicas aquáticas. A nanocelulose será funcionalizada com tetraetilortosilicato e aminopropiltrietóxisilano, permitindo a obtenção de um novo material com efetiva possibilidade de depósito de patente. (AU)