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Trans/Form/Ação: Revista de Filosofia

Processo: 19/26897-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Periódico
Vigência: 01 de junho de 2020 - 30 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia
Pesquisador responsável:Andrey Ivanov
Beneficiário:Andrey Ivanov
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil
Assunto(s):Epistemologia  Filosofia política  Estética (filosofia)  Lógica (filosofia)  Ética  Publicações de divulgação científica  Periódicos científicos 

Resumo

A revista Trans/Form/Ação (TFA) é um meio de divulgação impresso e eletrônico de resultados de pesquisas concluídas ou em andamento, cujo conteúdo é exposto em forma de artigos, resenhas, traduções, e ainda de publicação de entrevistas com profissionais cujos papéis concernem à relevância da produção e dedicação à área filosófica. Todas as formas de publicação obedecem à variedade temática, metodológica e de época, mantendo-se, com isso, o respeito às diversas tendências do conhecimento, assim como às diversas orientações de pensamento. Todos os fascículos são publicados sob essa perspectiva e trazem trabalhos de autores nacionais das mais diversas regiões do país, bem como numerosas contribuições do exterior. Publicar artigos de filosofia ou que tenham relevância para a pesquisa em filosofia é, portanto, o objetivo geral da revista, bem como promover o debate e a interlocução de ideias e textos entre pesquisadores do Brasil e/ou do exterior. O corpo editorial é composto pelo editor-chefe, conselho editorial e conselho consultivo. O editor-chefe e o conselho editorial são integrados por docentes do Departamento de Filosofia da UNESP. Por sua vez, o conselho consultivo é composto por diferentes professores, expoentes da atividade filosófica brasileira e internacional. Em mais de quarenta anos de existência, a TFA consolidou sua abrangência nacional e internacional, sendo, hoje, um periódico reconhecido na comunidade acadêmica e científica tanto na área de filosofia quanto nas humanidades. Seu público-alvo é formado por docentes, pesquisadores e estudantes de filosofia e áreas congêneres, das universidades brasileiras e estrangeiras, lusófonas ou não, bem como demais interessados, regulares ou não, nos temas abordados. Ou seja, a revista se dirige prioritariamente à pesquisa universitária em filosofia. Contudo, o leitor não especializado, porém culto e interessado em filosofia, também pode constituir seu público-alvo. Ademais, a recente mudança em sua periodicidade (de semestral para quadrimestral em 2011, e de quadrimestral para trimestral em 2016) contribuiu significativamente para reforçar o laço com o público leitor, assim como os números temáticos trouxeram mais visibilidade para a publicação. A TFA é uma das cinco revistas brasileiras que obteve a nota máxima A1 (Qualis-CAPES), em 2014. Sua singularidade, dentro deste quadro das revistas com as melhores qualificações, revela-se no fato de ser a única publicação que acolhe trabalhos em fluxo contínuo sobre todas as áreas da filosofia e até mesmo estudos interdisciplinares (desde que com um marcante viés filosófico), ao passo que as demais publicações bem-conceituadas são, normalmente, temáticas. No caso da TFA, reserva-se somente aos números especiais o tratamento mais demorado e aprofundado sobre um tema ou autor, sendo os seus números regulares marcados por um ecletismo temático e metodológico. Contudo, na avaliação da CAPES realizada em 2016, correspondente ao ano editorial de 2015, a revista teve uma requalificação, recebendo a nota A2 (Qualis-CAPES). Esse fato se deveu a um ajuste dos critérios de avaliação da CAPES que incidiu na qualificação de todos os periódicos no país. É de notar que a revista procura atender às exigências da CAPES. Nessa perspectiva, busca-se manter a proporcionalidade regional na publicação de artigos estabelecida pela CAPES desde 2006: desejável máximo de 20% de artigos intra-UNESP, máximo de 75% de artigos oriundos de São Paulo, mínimo de 1 artigo oriundo do exterior. Esses índices foram cumpridos nos fascículos publicados nos últimos anos, tendo sido ultrapassado o número de um artigo de autor estrangeiro por fascículo publicado. (AU)