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Oxidação por plasma eletrolítico (PEO) como um tratamento de superfície viável para aplicações biomédicas: um estudo in vivo

Processo: 20/06195-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de julho de 2020 - 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Leonardo Perez Faverani
Beneficiário:Leonardo Perez Faverani
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Implantes dentários  Remodelação óssea 

Resumo

Objetivos: Neste estudo in vivo realizado em animais, avaliamos o efeito do revestimento de oxidação por plasma eletrolítico (PEO) nos parâmetros topográficos e biológicos de implantes instalados em ratos com osteoporose induzida. Materiais e métodos: No total, 44 ratos Wistar (Rattus novergicus), com 6 meses de idade, foram submetidos à ovariectomia (grupo OXV) e cirurgia simulada (grupo SHAM). Após 90 dias, o teste ELISA foi realizado e a eficácia da ovariectomia foi confirmada. Em cada metáfise tibial, um implante com revestimento de PEO contendo moléculas de Ca2+ e P5+ foi instalado, e a outra tíbia recebeu um implante com decapagem e decapagem com ácido SLA (AC) (superfície de controle). Após 42 dias, 16 ratos de cada grupo foram sacrificados, suas tíbias foram removidas para análise histológica e imunoistoquímica (OPG, RANKL, OC e TRAP), além da biomecânica do torque reverso. Os dados foram submetidos aos testes One-way ANOVA ou Kruskal-Wallis, seguidos de um pós-teste de Tukey; p <0,05. As análises histológicas mostraram maiores valores de neoformação óssea entre os membros do grupo PEO, SHAM e OVX. A análise imuno-histoquímica demonstrou equilíbrio em todos os grupos ao comparar superfícies para TRAP, OC e RANKL (p> 0,05), enquanto OPG apresentou maior marcação de PEO no grupo OVX (p <0,05). A análise biomecânica mostrou maiores valores de torque reverso (N.cm) para PEO, independentemente de serem grupos OVX ou SHAM (p <0,05). Conclusão: Os resultados indicaram que o método de texturização da PEO favoreceu a formação óssea e apresentou maiores níveis de maturação óssea durante períodos tardios em ratos osteoporóticos. (AU)