| Processo: | 19/22419-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química |
| Acordo de Cooperação: | University of Tsukuba |
| Proposta de Mobilidade: | SPRINT - Projetos de pesquisa - Mobilidade |
| Pesquisador responsável: | Ana Flávia Nogueira |
| Beneficiário: | Ana Flávia Nogueira |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Takeaki Sakurai |
| Instituição Parceira no exterior: | University of Tsukuba , Japão |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Vinculado ao auxílio: | 17/11986-5 - Geração e Armazenamento de Novas Energias: trazendo desenvolvimento tecnológico para o país, AP.PCPE |
| Assunto(s): | Energia renovável Conversão de energia Energia solar Energia fotovoltaica Células solares Materiais nanoestruturados Perovskita Toxicidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Energia Solar | Nanomateriais | perovskita | Toxicidade | conversão de energia |
Resumo
Com o aumento da demanda global em energia e as preocupações ambientais o desenvolvimento de tecnologias de energia renovável torna-se imprescindível. A tecnologia fotovoltaica (PV) tornou-se muito popular porque pode converter grandes quantidades de energia solar em energia elétrica. No entanto, para alcançar maior disseminação e uso, novos materiais diferentes do silício são necessários, principalmente em aplicações leves e flexíveis, como arquiteturas e veículos elétricos. Nos últimos anos, células solares híbridas orgânico-inorgânicas de perovskita (PSC), como o iodeto de metilamônio e chumbo (MAPbI3), atraíram considerável atenção devido à sua alta eficiência de conversão de energia (PCE) de 25,2%. No entanto, questões de toxicidade e estabilidade dificultam a comercialização de PSC. A toxicidade das PSC à base de chumbo é um obstáculo significativo ao seu uso prático. Portanto, PSCs sem chumbo, onde outros íons como estanho, germânio e bismuto em substituição ao chumbo são alvos de intensa pesquisa. Além disso, no caso do PSC, os próprios materiais de perovskita são sensíveis à umidade e ao oxigênio, e logo apresentam problemas de estabilidade e tempo de vida. Portanto, pesquisas para obter uma estrutura cristalina estável, como a perovskita 2D, substituindo o metilamônio (MA) por outro cátion orgânico, alguns aditivos, césio, etc. estão em andamento. Nesse projeto o objetivo principal é superar os problemas de toxicidade e estabilidade das PSCs. No entanto, a composição desses materiais é complexa, com muitos cátions diferentes e sua estrutura cristalina é difícil de controlar. Também é foco do projeto entender como a flutuação e os defeitos da composição local são formados e como a perda de energia é induzida, sistematicamente. (AU)
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