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Desempenho do híbrido tambacu (BPiaractus mesopotamicus x @Colossoma macropomum)e de seu parental Pacu (Piaractus mesopotamicus) avaliados em tanques-rede submetidos à diferentes programas alimentares.

Processo: 20/06281-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de julho de 2020 - 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Aquicultura
Pesquisador responsável:Rafael Vilhena Reis Neto
Beneficiário:Rafael Vilhena Reis Neto
Instituição-sede: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Registro. Registro , SP, Brasil
Assunto(s):Análise química  Serrasalmidae 

Resumo

Avaliamos o crescimento e as características corporais de pacu e do híbrido tambacu em tanques-rede, alimentados por meio de diferentes programas alimentares. Para isso, 6 tratamentos esquema fatorial: dois grupos genéticos (pacu e tambacu) e três programas alimentares (P1, P2 e P3), foram testados em 12 tanques-rede. Em cada tanque-rede 300 juvenis foram estocados e alimentados de acordo com três programas alimentares utilizando três dietas comerciais contendo 24, 28 ou 32% de proteína bruta (PB) em diferentes combinações, durante um período experimental de 167 dias. Aos 30 e aos 60 dias e ao final do período experimental, foi pesada uma amostra aleatória de dez animais de cada unidade experimental. Durante a amostragem final, além de pesados os peixes foram medidos em comprimento padrão, comprimento da cabeça, altura e largura do corpo, e cinco dos dez animais amostrados foram abatidos e processados para obtenção dos rendimentos rendimento de carcaça, de costela, de filé, de vísceras, e de gordura. Os filés de dois dos cinco peixes processados foram utilizados para a determinação da composição química centesimal. Os dados forma submetidos a análise de variância e as médias comparadas pelo teste SNK. O grupo pacu apresentou maiores médias de peso que o grupo tambaqui durante todo o experimento, principalmente quando os animais foram alimentados com o programa (P1) com os menores níveis proteicos na dieta. O formato do corpo do pacu favoreceu seus rendimentos de filé e costela, no entanto os animais puros também apresentaram maior valor lipídico no filé, o que pode ser um ponto negativo considerando o produto final consumido. De forma geral, a produção do híbrido tambacu em tanques-rede parece não ser uma alternativa interessante quando se compara com o cultivo da espécie pura. (AU)