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Efeitos da estimulação da medula espinhal dorsal na marcha em pacientes com doença de Parkinson

Processo: 19/11000-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2020 - 30 de abril de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Rubens Gisbert Cury
Beneficiário:Rubens Gisbert Cury
Instituição-sede: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Daniel Ciampi Araujo de Andrade ; Egberto Reis Barbosa ; Guilherme Alves Lepski ; Manoel Jacobsen Teixeira ; Rafael Bernhart Carra ; Tamine Teixeira da Costa Capato
Assunto(s):Medula espinhal  Marcha  Neurologia  Neuromodulação  Doença de Parkinson 

Resumo

Introdução: As alterações da marcha, em especial o congelamento (freezing of gait - FOG) e de equilíbrio são sintomas que comprometem significativamente a qualidade de vida e a funcionalidade dos pacientes com doença de Parkinson. Quando não são responsivos à terapia dopaminérgica, o manejo desses sintomas é um desafio na prática clínica. A estimulação elétrica da medula espinhal (EEME) foi proposta como terapia potencial e efetiva em um grupo de pacientes, porém os resultados disponíveis ainda são controversos, pois os estudos envolvem poucos participantes e são abertos.Objetivos: Estudar o efeito da EEME sobre os distúrbios da marcha e do equilíbrio em pacientes com doença de Parkinson.Métodos: O presente estudo é prospectivo, aleatorizado, duplo-cego, cruzado, e irá avaliar a eficácia da estimulação da medula espinhal dorsal em 16 pacientes com doença de Parkinson que apresentem alterações da marcha não responsivos à terapia dopaminérgica. O desfecho primário será a comparação do congelamento da marcha entre as condições ON versus Off-Estimulação, quantificados através de escalas validadas. Os desfechos secundários serão a comparação de outras variáveis quantitativas da marcha e equilíbrio, das escalas motoras da DP, dos sintomas não-motores e da qualidade de vida. A análise estatística será realizada por meio de Análise de Variância (ANOVA). Resultados esperados: A EEME deverá reduzir as alterações de marcha e desequilíbrio e melhorar a qualidade de vida em pacientes com doença de Parkinson. (AU)