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Avaliação da atividade imunomoduladora da proteína anexina A1 em lesões cutâneas e placentárias resultantes do diabetes mellitus

Processo: 19/19949-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2020 - 30 de junho de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Sonia Maria Oliani
Beneficiário:Sonia Maria Oliani
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Pesq. associados:Ana Paula Girol ; Cristiane Damas Gil ; Iracema de Mattos Paranhos Calderon ; Karin Vicente Greco ; Suchita Nadkarni
Assunto(s):Diabetes gestacional  Trofoblastos  Inflamação  Regeneração tecidual  Exantema 

Resumo

A anexina A1 (ANXA1) é uma proteína de 37 kDa que exibe sítios de ligação ao cálcio e aos fosfolipídios de membrana e, está envolvida na inibição das sínteses de eicosanóides e fosfolipase A2, induzidas por glicocorticóides, o que confere a esta proteína propriedades anti-inflamatórias. Várias pesquisas têm mostrado o efeito protetor da ANXA1 nos processos inflamatórios agudos e crônicos em resposta à infecção e doenças auto-imunes. Além dos eventos inflamatórios, as ações da ANXA1 têm sido pouco estudadas nos processos de regeneração tecidual, especialmente em regeneração e reparo de tecidos danificados e cicatrização de feridas. Analisando ainda as diversas atividades biológicas descritas para ANXA1, especialmente no controle da proliferação e apoptose, investigar o papel dessa proteína na biologia do trofoblasto e na modulação de marcadores relacionados à sobrevivência dessas células é de extrema relevância para a compreensão do desenvolvimento placentário normal e em doenças como diabetes mellitus gestacional (DMG). Por essas razões, os subprojetos propostos estão relacionados à investigação dessa proteína, por meio de análises em lesões cutâneas experimentais e na fisiopatologia placentária humana para avaliar seu potencial terapêutico nas possíveis intercorrências relacionadas ao diabetes mellitus (DM). Na primeira proposta, no modelo in vivo de lesão cutânea, após padronizar a técnica viável de um gel aniônico com o peptídeo AnxA12-26 , este será avaliado em relação as propriedades cicatriciais nessas lesões no DM tipo 1 (DM1). No segundo aspecto, será identificar o papel da ANXA1 na sobrevivência das células placentárias e inferir um potencial mecanismo (relacionado aos danos e reparo de DNA) que poderá relacionar a ANXA1 com a sobrevivência das células placentárias no DMG. Nos projetos propostos, diferentes metodologias serão empregadas como: formulação do gel aniônico AnxA12-26, reações imuno-histoquímicas para mediadores inflamatórios e moleculares (como danos oxidativos ao DNA e dupla quebra de DNA), Western blot, etc, envolvendo estratégias que possibilitarão a compreensão detalhada da atividade da ANXA1 nos aspectos propostos e suas possíveis aplicações terapêuticas. (AU)