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TOCO_DR Observatório de teoria da mudança em resiliência a desastres

Processo: 19/23393-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2020 - 30 de abril de 2023
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Saneamento Ambiental
Convênio/Acordo: Belmont Forum
Pesquisador responsável:Adelaide Cassia Nardocci
Beneficiário:Adelaide Cassia Nardocci
Pesq. responsável no exterior: Mathew Kurian
Instituição no exterior: United Nations University Institute for Integrated Management of Material Fluxes and of Resources (UNU-FLORES), Alemanha
Instituição-sede: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Desastres ambientais  Resiliência e desastres naturais  Análise de vulnerabilidade  Vulnerabilidade a desastres  Inundações  Distribuição geográfica  Teoria de mudança  Observatórios  Monitoramento climático  Modelos climáticos 

Resumo

Desastres humanitários, como as secas, expõem aproximadamente 10 milhões de pessoas na África Subsaariana à insegurança em alimentos, água e energia. Além das consequências humanitárias, desastres como inundações também aumentam os riscos de investimento devido à criação de "ativos ociosos", como estações de tratamento de águas residuais nos países em desenvolvimento. Modelos climáticos globais podem ser usados para identificar a distribuição geográfica do risco de desastres, mas sem poder especificar a intensidade, frequência e duração regionais dos eventos. Na África Subsaariana, a diferença entre o que os modelos de previsão e a realidade das secas passou a ser conhecida como o "paradoxo climático da África Oriental". Devido à inconsistência do modelo, é difícil para investidores e tomadores de decisão serem alertados sobre eventos iminentes e respondam quando eles ocorrerem. No entanto, duas tendências políticas recentes convergiram para aumentar o potencial de resposta eficaz a desastres ativada por Cyber: (a) a expansão de Sistemas Regionais de Aviso Prévio (REWS) e (b) uma demanda crescente por plataformas de dados abertas para aumentar a responsabilidade na tomada de decisões processos. Por exemplo, o Africa Data Consensus (ADC) resolveu enfatizar o papel das redes abertas de dados para apoiar decisões coerentes através de uma melhor organização de dados e modelos. Do ponto de vista científico, a Modelagem Baseada em Agentes também começou a advogar mais vigorosamente para o envolvimento das partes interessadas no desenvolvimento e calibração de modelos. Nesse sentido, nossa pesquisa anterior para testar o Reuso de Águas Residuais O Índice de Efetividade (WREI) para o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6.3 revelou o potencial de modelos em escala reduzida para avançar na economia circular caminhos, como a reciclagem de águas residuais com potencial para mitigar o risco de desastres. O objetivo geral do projeto do Observatório de Teoria da Mudança será, portanto, melhorar a capacidade regional de desenvolver, testar e validar modelos climáticos regionais que permitem prever, avaliar e responder aos efeitos das secas e do risco de inundação por: (Obj 1) Desenvolvimento de um observatório baseado em locais, com base nos princípios de manipulação e reutilização de dados dispersos (Work Package (WP) 1,4); (Obj 2) Co-curadoria e co-projeto de pesquisa regional que se concentra na redução e acoplamento de modelos robustos de monitoramento de riscos de desastres (WP2,3); e (Obj 3) Testes-piloto e validação de índices compostos como um meio de tradução de conhecimento com o objetivo de construir uma teoria da mudança resiliência a desastres (WP5). (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Pós-doutorado em gestão de risco de desastres na Faculdade de Saúde Pública da USP