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Análise morfológica e anatômica de Leguminosas arbóreas em relação ao fogo

Processo: 18/25832-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2021 - 31 de dezembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Morfologia Vegetal
Pesquisador responsável:Aline Redondo Martins
Beneficiário:Aline Redondo Martins
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil
Pesq. associados:Alessandra Tomaselli Fidelis ; Jitka Klimesova ; Liliane Santos de Camargos
Assunto(s):Fabaceae  Anatomia vegetal  Anatomia  Cerrado  Regeneração 

Resumo

A influência do fogo nos ecossistemas e a adaptação das plantas como resposta a este elemento ainda é pouco compreendida. Entre os ecossistemas brasileiros que são propensos a queimadas periódicas se destaca o Cerrado, bioma complexo e heterogêneo, onde é possível encontrar uma flora bem adaptada. Dentre as famílias encontradas nesse bioma, destaca-se as leguminosas com espécies cuja características se relacionam com a presença do fogo. O sistema subterrâneo apresenta papel de grande relevância na manutenção da diversidade de ambientes como Cerrado. Afim de avaliar as estratégias envolvidas na sobrevivência de plantas após a passagem de fogo, será realizado estudo morfonatômico dos sistemas subterrâneos de dez espécies florestais da família Fabaceae. Experimentos de queima serão realizados em indivíduos de hábito arbóreo em idade juvenil; conduzidos em cinco parcelas da Fazenda de Ensino Pesquisa e Extensão - UNESP - Ilha Solteira-SP, cada parcela contará com cinco indivíduos de cada espécie totalizando cinquenta indivíduos por parcela. O acompanhamento antes e após passagem do fogo será realizado por meio de contagem e medidas das estruturas aéreas (folhas e caules), e subterrâneas (gemas). Para os estudos anatômicos, as estruturas (caules e raízes) serão fixadas em FAA50, e conservadas em etanol 70%. Cortes transversais e longitudinais poderão ser obtidos através de técnicas à mão livre com auxílio de lâminas de barbear ou seccionados em micrótomo de deslize. As secções seguirão rotina adequada a técnica para clarificação e coloração, seguindo posteriormente para montagem em lâminas permanentes. Parte do material será desidratado, incluído em historesina, seccionado em micrótomo rotativo e corado com azul de toluidina. Testes histoquímicos e extração e quantificação de amido completarão as avaliações morfoanatômica das estruturas subterrâneas. Todo material será fotomicrografado em microscópio óptico e descrito segundo literatura especializada, os dados obtidos serão organizados e analisados para posterior publicação em revistas indexadas. (AU)