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Terapia gênica e celular via microgéis de alginato para lesões musculares

Processo: 19/10922-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de outubro de 2020 - 30 de setembro de 2025
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Roberta Sessa Stilhano Yamaguchi
Beneficiário:Roberta Sessa Stilhano Yamaguchi
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP). Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho. São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Ariadiny de Lima Caetano ; Eduardo Alexandre Barros e Silva ; Gustavo José da Silva Pereira
Assunto(s):Terapia genética  Terapia baseada em transplante de células e tecidos  NF-kappa B  Hidrogel com alginato  Distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho  Lesão muscular 

Resumo

As lesões e doenças do sistema osteomuscular representam mais de 6 milhões de atendimentos nas emergências médicas em hospitais dos EUA por ano. O tecido muscular após lesionado necessita de reparo e regeneração e, durante esses processos, a formação de tecido fibroso impossibilita ainda mais a contração muscular adequada, e pode levar a contraturas musculares e à dor crônica. Terapia gênica (TG) e celular associadas aos biomateriais como o hidrogel de alginato despontam como formas inovadoras de tratamento para redução da fibrose, mas não conseguem agir apenas quando a regeneração tecidual se faz necessária. Nesse sentido, sugere-se que a modulação via TG e celular da principal citocina envolvida durante o processo de fibrose, a TGFb1, pode conferir grande relevância clínica nos casos de regeneração tecidual. Logo, este projeto apresenta dois grandes eixos, sendo que no primeiro eixo será investigado um procedimento de TG para regeneração muscular com base na modulação dos níveis de TGFb1. Para isso, será construído um lentivetor (Lv) que expressará o receptor solúvel de TGFb1 tipo II (sTbRII) sob controle do promotor induzível por NF-kB. Os Lvs serão encapsulados por microgéis de alginato, que servirão como carreadores para se obter uma liberação controlada no tecido. O segundo eixo do projeto envolverá terapia celular com as muscle-derived stem cell-like cells (MDSCs) e injury induced muscle-derived stem cell-like cells (iMDSCs), as quais têm elevada capacidade de diferenciação, inclusive para a formação de vasos. Por isso, as células MDSCs e iMDSCs serão encapsuladas em microgéis de alginato para criação de um retalho terapêutico, contendo as células tronco e células endoteliais para tratamento de lesão muscular em modelo murino in vivo. Espera-se com esses resultados obter redução da fibrose muscular, aumento da regeneração tecidual e recuperação funcional do músculo esquelético. (AU)