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Identificação e uso do feromônio sexual da traça-do-coqueiro Pará o seu manejo sustentável

Processo: 19/25263-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2021 - 31 de janeiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Convênio/Acordo: CONFAP - Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa
Pesquisador responsável:José Maurício Simões Bento
Beneficiário:José Maurício Simões Bento
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Pesq. associados:Arodí Prado Favaris ; Henrique Fonseca Goulart ; Weliton Dias da Silva
Assunto(s):Controle de pragas  Traças  Atheloca subrufella  Manejo integrado de pragas  Feromônios sexuais  Semioquímicos  Ecologia química  Cocos nucifera 

Resumo

Os insetos associados às inflorescências do coco, Cocos nucifera (Arecaceae), e seu papel como polinizadores e pragas é negligenciado em detrimento aos desfolhadores e brocas. Embora as flores sejam em parte autofertilizadas, a ausência de insetos polinizadores pode reduzir em até 25% a produção de frutos. A traça-do-coqueiro, ou traça-das-flores-e-cocos-novos, Atheloca subrufella (Lepidoptera: Pyralidae), é responsável por boa parte da queda de flores e frutos nesta cultura, sendo, portanto, uma de suas principais pragas. Considerando que as lagartas se desenvolvem no interior dos frutos novos e os adultos se alojam dentro das inflorescências, o controle tradicionalmente feito por inseticidas, além de pouco eficiente elimina boa parte dos polinizadores. Neste sentido, com o intuito de se buscar uma estratégia de manejo mais racional para esta praga e preservar os insetos polinizadores do coqueiro, este projeto visa identificar o feromônio sexual de A. subrufella para seu monitoramento e controle. Devido ao fato do Brasil ser o quinto maior produtor mundial e se tratar de uma cultura socioeconomicamente importante para o Nordeste brasileiro, além de seu alto consumo no Estado de São Paulo, este projeto permitirá gerar novas tecnologias que favoreçam a cadeia deste agronegócio. Desta forma, os laboratórios da UFAL e da USP/ESALQ, ambos com tradição na resolução de problemas na área de semioquímicos para insetos na agricultura, unirão esforços no sentido de viabilizar novas alternativas para o controle sustentável desta praga. (AU)