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O indivíduo e a cidade: relações políticas e humanas em Aristóteles e sua época

Processo: 19/16414-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2020 - 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia
Convênio/Acordo: CNRS
Proposta de Mobilidade: SPRINT - Projetos de pesquisa - Mobilidade
Pesquisador responsável:Marco Antônio de Ávila Zingano
Beneficiário:Marco Antônio de Ávila Zingano
Pesq. responsável no exterior: Cristina Viano
Instituição no exterior: Centre National de la Recherche Scientifique, França
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Ana Beatriz Barbosa de Carvalho e Silva ; Daniel Rossi Nunes Lopes ; Dionatan Acosta Tissot ; Fernando Maciel Gazoni ; Pablo Souto Maior Harduin
Vinculado ao auxílio:15/05317-8 - Teorias da causalidade e ação humana na filosofia grega antiga, AP.TEM
Assunto(s):Filosofia antiga  Filosofia grega  Aristóteles  Antropologia aristotélica  Relações humanas  Pólis  Política  Cooperação internacional 

Resumo

O presente projeto de pesquisa tem por foco as reflexões de Aristóteles sobre as relações humanas em uma dupla perspectiva: as relações pessoais e as político-sociais no interior da Cidade. Pretendemos conduzir esta pesquisa em quatro seções principais do corpus aristotelicum, os quais apresentam diferentes pontos de vista acerca do indivíduo, a saber: ética, retórica, poética e política. Busca-se ler os textos na sua própria época, como o faria um leitor no tempo de Aristóteles. Ou seja, objetiva-se entender a antropologia aristotélica sobre o pano de fundo histórico e cultural de sua época. Trata-se, assim, de uma pesquisa eminentemente multidisciplinar, que envolve não somente a história da filosofia, mas também história antiga, política, pensamento jurídico e produção poética. Contudo, não fazemos de nosso objeto de estudo algo passado, como se fosse uma investigação arqueológica; ao contrário, busca-se uma dupla atualidade. Primeiramente, queremos entender os valores com os quais Aristóteles joga em suas análises complexas do comportamento humano, privado e público. Em segundo lugar, queremos deste modo entender de modo mais completo o aspecto atemporal de algumas das soluções que oferece, e que valem para nosso tempo igualmente, justamente ao situá-las em seu contexto original histórico. (AU)