| Processo: | 19/21877-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | Renato Fraietta |
| Beneficiário: | Renato Fraietta |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Renata Cristina de Carvalho ; Ricardo Pimenta Bertolla ; Sergio C Oehninger |
| Assunto(s): | Infertilidade masculina Espermatogênese Neoplasias testiculares Seminoma Células germinativas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | espermatogênese | Infertilidade | não seminoma | neoplasias testiculares | seminoma | Infertilidade Masculina |
Resumo
O tumor testicular de células germinativas (TCGTs) é o que mais acomete homens em idade reprodutiva. Há dois subtipos principais de TCGTs, sendo eles seminomatosos e não-seminomatosos; ambos possuem origem nas células germinativas, porém os não seminomatosos possuem uma natureza mais agressiva, podendo atingir células somáticas. Já foi relatado que a qualidade seminal de pacientes acometidos por TCGTs é afetada. Além disso, um estudo anterior realizado pelo nosso grupo avaliou amostras seminais de portadores de TCGTs no momento pré e pós orquiectomia, no qual foi detectado algumas proteínas hiperexpressas no grupo pré, sendo elas: GSHB, CD14, APOA1, B4GALT1 e GP2. Assim, hipotetizamos que a hiperexpressão de proteínas no plasma seminal de pacientes portadores de tumor de célula germinativa, está relacionada ao testículo e pode variar de acordo com os subtipos tumorais seminomatosos e não-seminomatosos interferindo na espermatogênese. Analisaremos através de marcação proteica no tecido testicular e histopatologia as diferenças existentes tanto na expressão de proteínas quanto nas possíveis alterações relacionadas a organização da espermatogênese entre os subtipos de tumores seminomatosos e não-seminomatosos. Serão utilizados fragmentos testiculares provindos de orquiectomia do Departamento de Patologia da UNIFESP. Haverá três grupos: controle, grupo com tumor seminomatoso puro e não-seminomatoso misto, sem componentes seminomatosos; será aplicada a técnica de imuno-histoquímica para avaliar a expressão das proteínas citadas a cima, como também histopatologia dos túbulos seminíferos, correlacionando com a natureza de cada tumor. (AU)
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