| Processo: | 20/06500-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2022 |
| Área do conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Artes - Fundamentos e Crítica das Artes |
| Pesquisador responsável: | Gustavo Henrique Dionisio |
| Beneficiário: | Gustavo Henrique Dionisio |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Assis |
| Assunto(s): | Filosofia Psicanálise Estética (arte) Melancolia Anorexia Niilismo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anorexia | estética | melancolia | niilismo | Psicanálise | Estética e psicanálise |
Resumo
Esta pesquisa consiste em estabelecer uma articulação entre duas categorias aparentemente antagônicas provindas da filosofia e da psicanálise, mas tendo em vista a possibilidade, uma vez realizada, de extrair consequências significativas tanto para o campo da reflexão estética quanto para a teoria da clínica psicanalítica, em especial a respeito das figuras da melancolia (via condição depressiva) e da anorexia (via os transtornos alimentares), que a nosso ver serão cada vez mais evidentes em uma atualidade pós-covid 19 - são elas desejo e nada. A investigação visa então perguntar: 1) se a psicanálise freudiana recuaria diante de uma "entropia niilista", isto é, da irresistível apetência para a "vontade de nada" (que se referiria à anorexia) ou para o "nada da vontade" (melancolia) tal como proposta por certos precursores de Freud, tais como Schopenhauer e Nietzsche?; 2) se seria possível ou exageradamente paradoxal esboçar uma prática analítica a partir destas premissas, ou ao menos encaminhar uma reflexão que possa se direcionar a um campo propriamente clínico que seria o mais rente possível a estas considerações teóricas, ou, do contrário, 3) se se concluir que a psicanálise investe em Eros em função de sua virtude originalmente terapêutica, o que restaria em termos de uma injunção niilismo-psicanálise? A aposta é que, para tentar responder às questões, seria preciso partir de certas obras de arte (visuais e literárias, sobretudo), visando encontrar os rastros de uma espécie de convergência. (AU)
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