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Biodiversidade no Antropoceno: efeito dos agroecossistemas na conservação da biodiversidade e manutenção de funções ecossistêmicas

Processo: 20/01779-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2020 - 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Convênio/Acordo: CONFAP - Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa
Pesquisador responsável:Milton Cezar Ribeiro
Beneficiário:Milton Cezar Ribeiro
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Pesq. associados: CARLOS DE MELO E SILVA NETO ; Daniela de Melo e Silva ; Danilo Boscolo ; Érica Hasui ; Fausto Miziara ; Felipe Martello Ribeiro ; Hugo Freire Nunes ; Juliana Silveira dos Santos ; Marco Aurelio Pizo Ferreira ; Paula Carolina Montagnana ; Paulo Henrique Asfora Lopes Peres ; Rodrigo Augusto Matavelli
Assunto(s):Biodiversidade  Ecologia funcional 

Resumo

Em nossa proposta iremos estudar os efeitos de distúrbios antrópicos sobre a biodiversidade e serviços ecossistêmicos. O Estado de São Paulo possuiu um histórico antigo de ocupação humana, por outro lado, o Estado de Goiás, atualmente uma das principais regiões do agronegócio no Brasil, tem um histórico mais recente de ocupação humana. Desta forma, a comparação dos efeitos dos agroecossistemas sobre a biodiversidade e serviços ecossistêmicos nestas duas regiões pode contribuir para um melhor entendimento dos efeitos dos distúrbios antrópicos e guiar estratégias de manejo, conservação e restauração. Embora alguns trabalhos tenham sido publicados sobre efeito da paisagem na Floresta Atlântica, poucos trabalhos foram feitos no Cerrado e nenhum trabalho analisou comparativamente os dois biomas ou realizou uma análise multi-taxa e em múltiplas escalas. Desta forma, nossa proposta irá contribuir para um entendimento mais amplo de como a perda de habitat, a fragmentação do habitat e a matriz de agroecossistemas afetam as comunidades e as espécies. Além disto, nossa proposta irá integrar dados genéticos, ecológicos e sociais para entender os drivers da perda de biodiversidade no Antropoceno. (AU)