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Estudo dos mecanismos moleculares e celulares em transtornos mentais: estudos clínicos e modelos animais

Processo: 19/13112-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de novembro de 2020 - 31 de outubro de 2025
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Mirian Akemi Furuie Hayashi
Beneficiário:Mirian Akemi Furuie Hayashi
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Alexandre Keiji Tashima ; Carsten Korth ; Claudiana Lameu ; Daniele de Paula Faria ; Elisa Brietzke ; Fabio Cardoso Cruz ; Matheus de Castro Fonseca ; Vitor Marcelo Silveira Bueno Brandão de Oliveira
Assunto(s):Psiquiatria  Transtornos mentais  Esquizofrenia  Peptídeos  Oligopeptídeos  Modelos animais  Estudo clínico  Sistema nervoso central 

Resumo

Os transtornos mentais (TMs) são um grupo de doenças potencialmente graves e de alta prevalência, que afetam o Sistema Nervoso Central (SNC). Estudos que buscam alterações bioquímicas/moleculares e/ou celulares poderiam auxiliar na precisão do diagnóstico, e também no melhor entendimento da neurobiologia envolvida nos TMs, possibilitando assim, a possível identificação de potenciais novos alvos para o desenvolvimento de fármacos inovadores que possibilitem o tratamento mais efetivo dos sintomas, ou até mesmo a sua cura e/ou a sua possível prevenção. Ao longo dos últimos anos, análises de células mantidas em cultivo e/ou amostras de pacientes ou de modelos animais para a esquizofrenia (SCZ), permitiram demonstrar que as oligopeptidases, como a Ndel1, tem papel fundamental para a formação do cérebro e para a progressão dos TMs como a SCZ. A importância da atividade das oligopeptidases para a neuritogênese e para a migração neuronal durante a embriogênese e formação do cérebro, e também as diferenças significativas na atividade destas oligopeptidases nos pacientes com SCZ comparados aos controles saudáveis, assim como também observado em modelos animais para a SCZ, foram demonstrados principalmente pelo nosso grupo nos últimos anos. Nesta fase do projeto, propomos realizar estudos moleculares e celulares, inclusive empregando análises por bioinformática, que possam auxiliar na identificação das vias especificamente alteradas na SCZ. Propomos ainda uma avaliação geral de modelos animais (transgênicos ou nocautes) antes e após o tratamento com psicoestimulantes e/ou antipsicóticos (incluindo tratamentos inovadores), visando a comparação com as alterações clínicas já descritas pelo grupo até o momento. Esperamos que este trabalho permita o melhor entendimento das vias alteradas nos pacientes com TMs, mas como foco especial na SCZ. (AU)