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Genômica e transcriptômica das relações vírus-vetor-hospedeira nos patossistemas dos vírus transmitidos por Brevipalpus; sistemática e evolução de Brevipalpus e seus endosimbiontes; novas estratégias no manejo da Leprose do citros no Estado de São Paulo

Processo: 19/25078-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de fevereiro de 2021 - 31 de janeiro de 2026
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Elliot Watanabe Kitajima
Beneficiário:Elliot Watanabe Kitajima
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Pesquisadores principais:Juliana de Freitas Astúa
Pesq. associados:Aline Daniele Tassi ; Celso Omoto ; Daniel Júnior de Andrade ; Denise Navia Magalhães Ferreira ; Gilberto José de Moraes ; João Paulo Rodrigues Marques ; Jorge Alberto Marques Rezende ; Maria Andreia Nunes ; Mário Eidi Sato ; Pedro Luis Ramos González ; Renata Faier Calegario ; RENATA SANTOS DE MENDONCA ; Renato Beozzo Bassanezi ; Valdenice Moreira Novelli
Assunto(s):Vírus de plantas  Acarologia  Brevipalpus  Leprose  Citrus  Biologia molecular  Genômica  Transcriptômica 

Resumo

Conhecimentos sobre o patossistema da Leprose dos citros (CL), uma das principais moléstias da indústria citrícola do Est. S.Paulo, tiveram um incremento exponencial nos últimos 20 anos. Seu principal agente, o vírus da Leprose C (CiLV-C), transmitido por ácaros Brevipalpus, foi exaustivamente caracterizado e os dados sobre sua epidemiologia têm contribuído para um melhor manejo da CL. Na esteira destes estudos, verificou-se que pelo menos quatro outros vírus fazem parte do síndrome da Leprose, bem como a existência de numerosas outras viroses em culturas como cafeeiro, maracujazeiro e várias ornamentais, também transmitidas por ácaros Brevipalpus, em mais de 40 espécies naturalmente infetadas. Taxonomia, morfologia, biologia, genômica de Brevipalpus e as suas relações com os vírus transmitidos tiveram avanços significativos. Uma informação importante foi a constatação de que há dois grupos de vírus completamente distintos, ambos transmitidos por Brevipalpus e causando mesmo tipo de sintomas localizados: gênero Dichorhavirus (Rhabdoviridae) e Cilevirus (Kitaviridae) sugerindo uma evolução convergente. A maioria destes conhecimentos foi obtida em pesquisas que receberam apoio efetivo da FAPESP, tendo resultado na publicação de 105 artigos científicos, 10 artigos técnicos, l livro e 1 capítulo de livro, 15 teses e dissertações, e 264 apresentações de trabalhos em congressos nacionais e internacionais. A presente proposta visa dar continuidade aos estudos sobre VTB, enfatizando: (a) em novas tecnologias de genômica/transcriptômica aplicadas ao estudo das relações vírus/vetor/hospedeira; (b) um aprofundamento no estudo taxonômico e genômica de Brevipalpus; (c) introdução de novas estratégias de manejo da Leprose, face às alterações nas técnicas culturais do citros, decorrente da recente introdução do HLB no Estado de São Paulo. (AU)