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Populações tradicionais em áreas protegidas: dinâmicas socioambientais e gestão de Unidades de Conservação no Mosaico Baixo Rio Negro, no Amazonas

Processo: 20/08242-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2021 - 31 de janeiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Demografia - Distribuição Espacial
Convênio/Acordo: FAPEAM
Pesquisador responsável:Álvaro de Oliveira D'Antona
Beneficiário:Álvaro de Oliveira D'Antona
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil
Pesq. associados: Edila Arnaud Ferreira Moura ; Heloísa Corrêa Pereira ; Marilia de Jesus da Silva e Sousa ; Roberto Donato da Silva Júnior
Assunto(s):Distribuição espacial da população  Áreas de conservação  Uso do solo  Cobertura do solo  Amazônia  Monitoramento ambiental  Sistema de informação geográfica (SIG)  Política ambiental 

Resumo

O propósito é estudar a distribuição e a mobilidade espacial da população tradicional no Mosaico de Unidades de Conservação do Baixo Rio Negro (MBRN), desde o ano 2000, relacionando-as com as políticas de gestão das Unidades de Conservação (UC) e com os impactos na cobertura da terra. Ao considerar a configuração territorial no MBRN, o trabalho tem aplicações aos estudos de População e Ambiente e para a gestão das UC. As UC são centrais para a biodiversidade da Amazônia e uma garantia para populações tradicionais. A mobilidade espacial da população das unidades e do entorno, pela qual se relacionam lugares e processos, é um dos seus desafios de gerenciamento, requerendo análises microrregionais. O trabalho integrará bases de dados em um Sistema de Informações Geográficas (SIG-BRN), tendo por referência o Sistema de Monitoramento Demográfico e Econômico (SIMDE) e as dimensões consideradas no projeto. A estruturação do SIG-BRN comum às UCs congregará dados cadastrais existentes e dados coletados em campo - grupos focais nas comunidades; questionários em 30% das unidades domésticas nas UC e nas porções com populações tradicionais que acessam as UC. Imagens de sensoriamento remoto constituirão a matriz de transição da cobertura florestal a ser contraposta com a distribuição espacial da população e seus fluxos, produzindo o mapeamento das relações entre zoneamento das UC, dinâmicas populacionais e uso-cobertura da terra. Ampliar, organizar e integrar dados que auxiliem na gestão das UC é crucial para a área do estudo, assim como para as políticas ambientais no país. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Treinamento técnico em ciências sociais aplicadas na Unicamp