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Decodificando o impacto do microambiente e das vias de sinalização na saúde e na doença no cérebro, glândula adrenal e rim

Processo: 20/02988-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de abril de 2021 - 31 de março de 2026
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Suely Kazue Nagahashi Marie
Beneficiário:Suely Kazue Nagahashi Marie
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores principais:Claudimara Ferini Pacicco Lotfi ; Luiz Fernando Onuchic ; Sueli Mieko Oba Shinjo
Pesq. associados: Antonio Marcondes Lerario ; Bartholomeus Johannes Leonardus Eggen ; Giuseppe Palmisano ; Mara Sanches Guaragna ; Maria Candida Barisson Villares Fragoso ; Marina Trombetta Lima ; Matthew Gordon Sampson ; Mauricio da Silva Baptista ; Roseli da Silva Soares
Assunto(s):Neurologia  Endocrinologia  Nefrologia  Proteômica  Matriz extracelular  Cérebro  Glândulas suprarrenais  Rim  Análise de célula única 

Resumo

A Matriz Extracelular (MEC) difere substancialmente entre os órgãos devido a variações complexas necessárias a suas estruturas e funções específicas. A MEC modula o comportamento celular e regula interações célula-célula no plano fisiológico, processos amplamente dependentes da modulação de vias de sinalização celular. Perturbações desses mecanismos podem levar a doença. Neste projeto propomos decodificar a composição da MEC, suas interações com diferentes componentes celulares e as vias de sinalização em condições homeostáticas e patológicas de três órgãos que compartilham células individuais com semelhança biológica: cérebro, glândula adrenal e rim. Nossos objetivos incluem: 1) decodificar a composição da MEC na saúde e na doença por análise proteômica; 2) estudar as relações entre a MEC e os componentes celulares, no que diz respeito às vias de sinalização, por abordagem transcriptômica de célula única; 3) avaliar o impacto de alterações da MEC em modelos experimentais 2D, 3D e animal; e 4) identificar novas possibilidades terapêuticas direcionadas a componentes da MEC e vias de sinalização alteradas, por meio da construção de um modelo organotípico 3D em uma plataforma microfluídica para triagem de drogas e da geração de dados estratégicos de ômicas inovadoras. Esperamos identificar diferenças e semelhanças entre a composição da MEC entre humanos e animais experimentais, que permitirão refinar a validade dos modelos animais de laboratório para avaliação de doenças humanas. Esperamos também determinar os principais componentes da MEC com impacto sobre o fenótipo e vias de sinalização celular na saúde e na doença. Espera-se que o uso de modelos organotípicos 3D, incluindo as características desvendadas da MEC, mimetize de perto os órgãos humanos e reduza o número de experimentos com animais em ensaios pré-clínicos. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Pós-doutorado em biologia molecular e celular na USP