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Desenvolvimento de dispositivos baseados em amido extraído da mandioca para liberação controlada de bioativos produzidos por fungos amazônicos

Processo: 20/08212-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2021 - 31 de janeiro de 2023
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Tecnologia Química
Convênio/Acordo: FAPEAM
Pesquisador responsável:Mariana Agostini de Moraes
Beneficiário:Mariana Agostini de Moraes
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Pesq. associados:Juliane Viganó ; Marne Carvalho de Vasconcellos ; Pedro Henrique Campelo Felix ; Priscilla Carvalho Veggi
Assunto(s):Biomateriais  Biopolímeros  Liberação controlada de fármacos  Membranas  Produtos naturais 

Resumo

Medicamentos administrados por via oral ou tópica resultam em grande concentração de fármaco administrado, porém apenas uma baixa fração ativa alcança o local de interesse, resultando em baixa eficiência, gerando diversos efeitos colaterais e exigindo que o paciente faça uso do medicamento em intervalos de tempo pré-estabelecidos. Neste contexto, a liberação controlada de fármacos é de grande interesse, pois possibilita a administração no local correto, liberando gradualmente pequenas quantidades por longos períodos de tempo, otimizando a dose requerida, apresentando maior eficácia e diminuindo os efeitos colaterais. Neste projeto, é proposto o desenvolvimento de filmes de amido extraído da mandioca que possam atuar como dispositivos de liberação controlada de fármacos, sendo estes produzidos por fungos isolados de espécies vegetais da região amazônica. A metodologia experimental deste projeto está dividida em quatro etapas que serão executadas pelos pesquisadores do Estado do Amazonas (AM) e de São Paulo (SP): (i) obtenção de caldos metabólitos fúngicos, (ii) concentração pela aplicação de extração com líquidos pressurizados, (iii) incorporação do extrato em filmes de amido de mandioca e (iv) verificação da eficácia dos dispositivos desenvolvidos em relação à ação cicatrizante e anticancerígena. Espera-se com este projeto desenvolver plataformas para atuar como dispositivos de liberação controlada, com possível ação cicatrizante e anticancerígena, utilizando como insumos compostos extraídos da biodiversidade amazônica, promovendo a transferência de conhecimento e tecnologia entre os grupos de ambos os estados. (AU)