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Desenvolvimento de ensaio para a medida de paratormônio (PTH) e seus fragmentos baseado em captura por imunoafinidade e leitura por espectrometria de massas (IMUNO-MS)

Processo: 20/11192-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2021 - 31 de janeiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Marise Lazaretti Castro
Beneficiário:Marise Lazaretti Castro
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Aluízio Barbosa de Carvalho ; José Gilberto Henriques Vieira ; Monique Nakayama Ohe ; Valdemir Melechco Carvalho
Assunto(s):Insuficiência renal crônica  Proteômica 

Resumo

O paratormônio (PTH) é um hormônio peptídico linear de 84 amino ácidos (AA) produzido exclusivamente pelas glândulas paratiróides e com papel fundamental no controle do metabolismo de cálcio e fósforo. Sua atividade biológica é restrita à porção amino terminal, a meia-vida é curta (2 a 3min) e a metabolização complexa, que resulta em várias formas circulantes, tanto biologicamente ativas, quanto formas desprovidas de atividade biológica. Desde a descrição dos primeiros radioimunoensaios (ensaios de 1ª geração), na década de 1960, até a introdução dos ensaios imunométricos (ensaios de 2ª geração) na década de 1990 a especificidade tem sido um problema constante. Nem a descrição de ensaios com o emprego de anticorpos contra os AA amino terminais (ensaios de 3ª geração) trouxeram a melhora esperada. Em 1995 foi descrita a técnica de imuno-MS, metodologia baseada no emprego de uma imunoabsorção, seguida de leitura por espectrometria de massas. Em 2010 foram descritos os primeiros ensaios para PTH utilizando esses princípios (ensaios de 4ª geração). Neste projeto visamos o desenvolvimento de um método de imuno-MS baseado num monoclonal carboxi terminal específico (produzido em nosso laboratório com base num projeto FAPESP), seguido de digestão enzimática (tripsina) e leitura por espectrometria de massas. As amostras a serem estudadas incluem 2 grupos de pacientes: com hiperparatiroidismo primário e com hiperparatiroidismo secundário à doença Renal Crônica (DRC). Neste último grupo pretende-se, com a discriminação e quantificação das formas circulantes, biologicamente ativas e inativas, otimizar as condutas clínico-cirúrgicas, em especial em pacientes portadores de Osteodistrofia Renal ou distúrbios minerais secundários à Doença Renal Cronica. (AU)

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