| Processo: | 20/01107-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2023 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Mirian Akemi Furuie Hayashi |
| Beneficiário: | Mirian Akemi Furuie Hayashi |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Claudiana Lameu ; Fabio Cardoso Cruz ; Marcelo Alves da Silva Mori ; Marcelo Tatit Sapienza ; Vitor Marcelo Silveira Bueno Brandão de Oliveira |
| Assunto(s): | Crotamina Diagnóstico Nanomedicina teranóstica Venenos Compostos bioativos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | crotamina | diagnóstico | doenças humanas | Teranostico | Terapia | compostos naturais |
Resumo
As toxinas de veneno animal são um material de grande interesse científico, principalmente devido à sua possível utilização para fins terapêuticos, ou seja, como fármacos e/ou para uso como modelo estrutural para o desenvolvimento de drogas com potencial terapêutico para o tratamento de doenças humanas, além da sua possível aplicação como ferramentas para fins biotecnológicos. A crotamina, que é uma das toxinas mais abundantes da peçonha de cascavel, é capaz de penetrar células, além de transportar moléculas de DNA para dentro de células com especial especificidade por células em proliferação. A importância dos proteoglicanos nestes processos de internalização, e principalmente para a especificidade deste polipeptideo nativo pelas células em divisão e na atividade citotóxica seletiva, foi demonstrada pelo grupo nos últimos anos. O estudo de viabilidade na utilização dos análogos sintéticos e/ou modificados da crotamina nativa, e ainda, a expressão da crotamina na forma recombinante ou sintética como fontes alternativas de obtenção deste composto, sugeriu em 2013, que a purificação da crotamina nativa da peçonha coletada de cascavéis mantidas em cativeiro, ainda seria o mais viável do ponto de vista econômico. Entretanto, visando o desenvolvimento de um plano para o emprego como teranóstico da crotamina obtida em condições GMP visando o uso em humanos, nos levou a reconsiderar e investir na geração do análogo por síntese química. Vias de administração alternativas, novas formulações (nanopartículas) e também possíveis efeitos adversos serão avaliados no presente estudo, inclusive no que concerne o seu emprego nos efeitos no metabolismo animal, e na terapia do câncer e de disfunções renais. O uso da crotamina para a terapia de doenças renais foi recentemente sugerida pelo nosso grupo, lembrando que este é o órgão de maior acúmulo deste polipeptídeo in vivo e que não existem terapias disponíveis para a região renal alvo do acúmulo da crotamina, sem aparente efeito tóxico nas concentrações empregadas para os fins terapeuticos. Portanto, esperamos validar a real viabilidade de uso do análogo sintético da crotamina para a terapia de pacientes com doenças renais ou metabólicas, ou que sejam portadores de tumor. (AU)
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