| Processo: | 20/08059-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2023 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Pesquisador responsável: | Laura de Oliveira Nascimento |
| Beneficiário: | Laura de Oliveira Nascimento |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Catarina Raposo Dias Carneiro ; Jean Pierre Schatzmann Peron ; Karina Cogo Müller |
| Assunto(s): | Infecções por Coronavirus COVID-19 SARS-CoV-2 Pneumonia Sistemas de liberação de medicamentos Nanotecnologia Nanofármacos Anti-infecciosos Antivirais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antimicrobiano | antiviral | drug delivery | Nanotecnologia | Pneumonia | drug delivery |
Resumo
A pneumonia adquirida na comunidade (PAC) é a de maior mortalidade entre as infecções atuais. Apesar de predominantemente bacteriana, um terço dos casos mundiais de PAC tiveram etiologia viral, referentes a aproximadamente 100 milhões de casos (2016). Em 2019-2020, só o vírus respiratório Sars-Cov-2 causou 280 mil mortes em 215 países (até 12/05/2020, a grande maioria com casos de pneumonia). No entanto, pneumonias virais severas requerem internação e expõem o paciente ao risco de coinfecção por bactérias hospitalares, o que demanda antimicrobianos na admissão hospitalar. A severidade das pneumonias está frequentemente relacionada a um perfil inflamatório deletério pulmonar, decorrente de reação exacerbada do sistema imune e/ou isquemia (coronavírus). Portanto, anti-inflamatórios são frequentemente administrados, além de anticoagulantes (se detectada a necessidade). Se os pacientes tiverem comorbidades devem continuar com as suas medicações anteriores, potencializando o risco de interações medicamentosas. Nessas situações, o uso de moléculas multifuncionais pode diminuir o número de fármacos requeridos e simplificar a farmacoterapia. A modificação da via de administração também beneficia o tratamento: a pulmonar pode propiciar alta concentração local de fármaco e diminuir a exposição sistêmica, a incidência de efeitos colaterais e/ou riscos de interação medicamentosa. No entanto, fármacos altamente permeáveis podem entrar na circulação rapidamente, necessitando de formulação que promova sua residência local. Diante do exposto, esse projeto foca no desenvolvimento de formulações nanoestruturadas de antimicrobianos e potenciais antivirais, com ação anti-inflamatória, para administração pulmonar via inalatória. As formulações serão caracterizadas e selecionadas de acordo com suas propriedades físico-químicas, antivirais (Sars-Cov-2), antibacterianas (cepas que infectam trato respiratório), citotóxicas, anti-inflamatórias e de permeabilidade em camada celular pulmonar in vitro. Formulações efetivas in vitro serão testadas em modelos animais em projeto complementar. Por fim, temos apenas um antimicrobiano inalatório produzido no Brasil (tobramicina, não usado para PAC) e poucas pesquisas relacionadas, ressaltando a relevância tecnológica do projeto em âmbito nacional. (AU)
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