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Astrocitoma pilocítico em adultos: estudo histopatológico, imunohistoquímico e molecular

Processo: 20/11662-8
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2021 - 31 de março de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:João N. Stávale
Beneficiário:João N. Stávale
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores associados: Andréa Cristina de Moraes Malinverni ; Débora Salles Marcos
Assunto(s):Neurologia  Neoplasias cerebrais  Astrocitoma  Oncogenes  Fusão gênica  RNA  Histopatologia  Imuno-histoquímica  Técnicas de diagnóstico molecular 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:astrocitoma pilocítico | Braf-Kiaa1549 | Fusão gênica | Histopatologia | oncogenes | Patologia Molecular | Neurologia

Resumo

Os astrocitomas pilocíticos são os tumores primários mais comumente encontrados em crianças e adolescentes, sendo raros na faixa etária acima dos 18 anos. Eles correspondem a aproximadamente 15,6% de todos os tumores cerebrais e 5,4% de todos os gliomas. São mais comuns em estruturas infratentoriais, como o cerebelo, e em estruturas de linha média cerebral como nervo óptico, hipotálamo e tronco cerebral. O astrocitoma pilocítico já foi associado a maior mortalidade em pacientes adultos do que em crianças e adolescentes. Entretanto, devido à relativa raridade dessa doença em indivíduos com idade mais avançada, há poucas publicações sobre as estratégias de tratamento mais eficazes e os resultados subsequentes dos pacientes. O objetivo geral deste estudo será analisar este grupo de neoplasias, em um estudo retrospectivo de pacientes com idade superior a 18 anos com diagnóstico de astrocitoma pilocítico no setor de Neurooncologia da UNIFESP/EPM, no período de 1991 a 2015. Serão avaliadas características histopatológicas e imuno-histoquímicas de cada caso, assim como a aplicação de técnicas moleculares como extração de RNA, Rt-PCR e, se necessário, a FISH para validar a fusão gênica encontrada. (AU)

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