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Envolvimento da inflamação na hipertrofia do músculo esquelético e performance no exercício físico

Processo: 20/00707-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2021 - 28 de fevereiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço
Convênio/Acordo: Universities New Zealand, Te Pōkai Tara
Proposta de Mobilidade: SPRINT - Projetos de pesquisa - Mobilidade
Pesquisador responsável:Rui Curi
Beneficiário:Rui Curi
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/09868-7 - Mecanismos celulares e moleculares envolvidos na resistência à insulina e inflamação em ratos Wistar obesos e Goto-Kakizaki magros: causas e associações com dieta e exercício físico, AP.TEM
Assunto(s):Fisiologia do exercício  Fisiologia musculoesquelética  Miosite  Hipertrofia muscular  Expressão gênica  Regeneração muscular  Expressão de proteínas  Citocinas 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Desempenho Físico | Hipertrofia Muscular | inflamação muscular | Reparo Muscular | sobrecarga funcional | suplementação | Fisiologia do Exercício

Resumo

Os pesquisadores da Nova Zelândia realizam experimentos em humanos, investigando a inflamação muscular pós-exercício e a suplementação de suco de beterraba. Para essas análises, é realizada biópsia muscular e marcadores inflamatórios são avaliados pela expressão gênica após uma sessão de contração do dinamômetro isocinético e correlacionados com a recuperação da força até 48 horas após o exercício. Pesquisadores brasileiros têm como objetivo principal avaliar a resposta inflamatória e os mecanismos de regeneração e remodelação muscular após sete e trinta dias de sobrecarga compensatória nos músculos com predomínio de fibras glicolíticas e oxidativas, concomitantemente com o estabelecimento do estado diabético induzido pela estreptozotocina em ratos. As avaliações realizadas são expressão gênica e proteica de citocinas pró e anti-inflamatórias, observação por análise histológica da presença de infiltrados de leucócitos e fibras colágenas tipo I e III no tecido muscular e padrão de ativação das células satélites, bem como a expressão de fatores de crescimento neste modelo (Fundação de Pesquisa de São Paulo - FAPESP, Processo nº 2019/19097-0). O estudo sobre hipertrofia do músculo esquelético é realizado em ratos e, atualmente, não há experimento sobre músculos esqueléticos humanos e cultura de células musculares sendo realizado pelo grupo de pesquisa brasileiro. De fato, o grupo brasileiro não possui experiência em biópsia do músculo esquelético humano. O grupo de pesquisa da Universidade Massey tem o conhecimento necessário para extrair amostras de músculo esquelético humano antes e após o exercício físico. Por outro lado, os estudos de histologia do tecido muscular, realizados rotineiramente pelo grupo brasileiro, não são conduzidos pela universidade neozelandesa, porém é uma técnica essencial para os estudos. A parceria será importante para introduzir a técnica de biópsia no grupo de pesquisa brasileiro e a técnica de histologia do músculo esquelético na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Massey. Os pesquisadores também usarão o período de intercâmbio para explorar as instalações de pesquisa da Universidade Massey e da Universidade Cruzeiro do Sul para elaborar uma proposta robusta de pesquisa colaborativa. A grande proposta mesclará os interesses atuais e comuns no processo inflamatório durante a hipertrofia muscular esquelética. (AU)

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