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Uso combinado de processos físico-fotoeletroquímicos para remoção de substâncias que conferem gosto e odor em água potável

Processo: 20/12263-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Parceria para Inovação Tecnológica - PITE
Vigência: 01 de maio de 2022 - 30 de abril de 2025
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Tratamentos de Águas de Abastecimento e Residuárias
Convênio/Acordo: SABESP
Pesquisador responsável:Christiane de Arruda Rodrigues
Beneficiário:Christiane de Arruda Rodrigues
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Município: DiademaSão Paulo
Instituição parceira: CIA SANEAMENTO BASICO DO ESTADO SAO PAULO/SIMA
Pesquisadores principais:
Geórgia Christina Labuto Araújo ; Simone Stulp
Pesq. associados:Cristiane Reis Martins
Bolsa(s) vinculada(s):22/06823-8 - Remoção de geosmina e 2-metilisoborneol de água por carvões ativados de resíduos de biomassas e compósitos de carvão funcionalizados, BP.MS
Assunto(s):Carvão ativado  Fotoeletrocatálise  Membranas filtrantes  Processos químicos  Tratamento de água  Água potável  Sabor da água  Odores 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:carvão ativado | fotoeletrocatálise | geosmina | membranas filtrantes | 2-metilisoborneol | Processos físicos e eletroquímicos

Resumo

Um dos grandes problemas enfrentados pelas estações de tratamento de água (ETA) é a presença de substâncias que conferem gosto e odor (G&O) de mofo e terra à água, sendo esta a causa da maioria das reclamações dos consumidores e consideradas indicadores de qualidade da água potável. As principais substâncias responsáveis por esse sabor desagradável são geosmina (GSM) e 2-metilisoborneol (2-MIB), produzidos pelas algas azuis (cianobactérias) e actinomicetos. No Brasil, a primeira correlação dos resultados de GSM e 2-MIB em águas foi publicada em 2005, a qual apresentou resultados significativos da detecção destes compostos em água potável. Dados coletados pela SABESP entre 2014 a 2016 e comparados com os anos de 2002 e 2004 apresentaram uma queda significativa nos valores médios de GSM e 2-MIB, sendo esta queda devido a presença de protocolo de aplicação de algicidas (pesticidas utilizados na eliminação de cianobactérias azuis ou verdes em corpos aquáticos). No entanto, a presença e detecção destes compostos ainda é evidenciada (em concentrações da ordem de 6 - 10 ng L-1), necessitando de tecnologias otimizadas que visem atender aos padrões de potabilidade exigidos pelo Ministério da Saúde (MS), uma vez que os métodos de tratamento convencionais empregados nas ETA (coagulação, decantação e filtração) são considerados ineficientes na remoção desses dois compostos. Nesse contexto, este projeto propõe o uso combinado de processo físico-fotoeletroquímico para a remoção de substâncias que conferem sabor e odor à água de abastecimento, a fim de obter um sistema de tratamento de baixo custo, eficiente e de fácil operação em larga escala. Para isso, serão realizados estudos separados de otimização em escala piloto dos seguintes processos: adsorção empregando carvão ativado de biomassa de resíduo de levedura, membranas filtrantes e processo fotoeletroquímico usando eletrodos nanoestruturados ativados pela luz visível, e na forma combinada: adsorção seguido de processo fotoeletroquímico e membranas filtrantes seguido de processo fotoeletroquímico. Estimativa dos custos de implantação do processo de maior eficiência em estações de tratamento de água serão realizados a partir dos parâmetros cinéticos e operacionais obtidos nos ensaios em escala piloto. (AU)

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