| Processo: | 21/02433-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2024 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Adriano Bonfim Carregaro |
| Beneficiário: | Adriano Bonfim Carregaro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Pirassununga |
| Assunto(s): | Anestesiologia veterinária Répteis Iguana iguana Analgesia Dexmedetomidina Agonistas de receptores adrenérgicos alfa 2 |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Agonista alfa2 adrenérgico | Analgesia | Répteis | sedação | sevofluorano | Anestesiologia Veterinária |
Resumo
O estudo tem como objetivo avaliar a viabilidade clínica da dexmedetomidina em iguanas-verdes (Iguana iguana), seja como sedativo, analgésico e agente poupador de anestésico inalatório. Em todas as fases do projeto serão utilizadas sete iguanas-verdes, com idade aproximada de 5 anos, 4 fêmeas e 3 machos, com peso entre 600 e 1100 gramas. Para a validação da escala de sedação em iguanas, os animais receberão 2 mg/kg de midazolam IM e serão obtidos vídeos no momento basal (0 min) e aos 15, 30, 90, 180 e 300 minutos pós-administração. Três observadores experientes no manejo de lagartos pontuarão os vídeos, de acordo com as características de uma escala já utilizada pelo grupo. Serão avaliadas a confiabilidade intra-observador, inter-observador, especificidade e sensibilidade na detecção de sedação em iguanas. Para a avaliação dos efeitos sedativo e antinociceptivo da dexmedetomidina, os animais serão submetidos a cinco tratamentos: midazolam 2 mg/kg (MID), dexmedetomidina 100 µg/kg (D100), dexmedetomidina 200 µg/kg (D200), dexmedetomidina 400 µg/kg (D400) e 0,8 mL/kg de NaCl 0,9% (Controle), todos administrados por via IM. O efeito sedativo da dexmedetomidina será determinado utilizando-se a escala validada na fase anterior. O efeito antinociceptivo será avaliado pela latência do reflexo de retirada do membro frente a um estímulo térmico, técnica que já vem sendo utilizada em outros estudos do grupo. Por fim, será avaliado o efeito poupador de sevofluorano nas iguanas. Em um primeiro momento será determinada a concentração anestésica mínima (CAM) de cada iguana, seguindo o método bracketing. Em um momento posterior, os animais receberão dexmedetomidina, 30 minutos antes da indução anestésica, e a CAM será novamente determinada, pelo mesmo método. Espera-se que o estudo possa fornecer dados consistentes para o uso da dexmedetomidina como analgésico, sedativo e também como parte de protocolos de anestesia geral inalatória, contribuindo com o avanço da anestesia e analgesia nesta espécie. (AU)
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