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Explorando a diversidade dos dinossauros do Cretáceo Sul-Americano e suas faunas associadas

Processo: 20/07997-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de agosto de 2021 - 31 de julho de 2026
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia
Pesquisador responsável:Max Cardoso Langer
Beneficiário:Max Cardoso Langer
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesquisadores principais:
Alessandro Batezelli
Pesq. associados: Aaron LeBlanc ; Alex Christian Rohrig Hubbe ; Daniel Perea Negreira ; Felipe Chinaglia Montefeltro ; Fernando Emilio Novas ; Flor Carolina Espinoza Camus ; Gabriel de Souza Ferreira ; Gabriel Jubé Uhlein ; Jahandar Ramezani ; Jonathas de Souza Bittencourt Rodrigues ; Márcio Luiz da Silva ; Pedro Lorena Godoy
Assunto(s):Paleontologia de vertebrados  Cronoestratigrafia  Evolução  Dinossauros  Fósseis vertebrados  Tetrápodes  Cretáceo  Gondwana (supercontinente)  América do Sul 

Resumo

O Período Cretáceo (ca. 145-66 Ma) abarca praticamente toda a segunda metade da história evolutiva dos dinossauros não-avianos no planeta, concentrando cerca de 70% do seu registro fóssil. Nessa época, a diversidade dinossauriana já se encontrava significativamente compartimentada, tanto geográfica- quanto filogeneticamente. Assim, enquanto grupos como os hadrossauros, tiranossaurídeos, anquilossauros, ornitomimossauros e marginocefálios eram dominantes nos continentes oriundos da fragmentação da Laurásia, formas como os abelissaurídeos, espinossaurídeos e titanossauros foram mais comuns em áreas gondwânicas. Na América do Sul, dinossauros cretácicos são muito bem conhecidos na Argentina e em algumas partes do Brasil, como nas bacias Bauru e do Araripe. Já em outros países e regiões brasileiras os registros são mais excassos, correspondendo a importante lacuna no conhecimento sobre o grupo, especialmente no que tange ao terço Noroeste do continente. Neste projeto, propõe-se prospectar depósitos Sul-Americanos de idade cretácica em busca de fósseis de dinossauros e da fauna associada (especialmente de tetrápodes), desenvolver revisões de cunho anatômico, paleobiológico e filogenético dos táxons-chave registrados, bem como contextualizar cronoestratigraficamente (lançando mão de datação radioisotópica U-Pb em zircão detrítico) e paleoambientalmente as camadas rochosas que os contêm. Os esforços de coleta abancarão as bacias brasileiras do Recôncavo (na Bahia), Bauru (em São Paulo e no Paraná) e Sanfranciscana (em Minas Gerais) e depósitos de outros países como Bolívia (Formação Cajones), Peru (Formação Fundo el Triunfo) e Uruguai (Grupo Paysandú). Ao integrar dados filogenéticos, paleobiológicos, paleoambientais e cronoestratigráficos, espera-se avançar no entendimento da história evolutiva dos dinossauros Sul-Americanos. (AU)

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