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Proposta de um modelo de atividade condicionante para melhora de desempenho em nadadores velocistas.

Processo: 20/13760-7
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de junho de 2021 - 31 de julho de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Marcelo Papoti
Beneficiário:Marcelo Papoti
Instituição Sede: Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Capacitação  Fisiologia do exercício  Fadiga 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:competition | fatigue | Post-activation potentiation | Sport Science | training | Twitch | Fisiologia do exercício

Resumo

Este estudo teve como objetivo propor um modelo de atividade condicionante (AC) paraestimular a melhora nas respostas neuromusculares, parâmetros mecânicos e desempenho em50 m livres na natação. Treze nadadores do sexo masculino (19 ± 3 anos com desempenho de77% em relação aos recordes do Campeonato Mundial) realizaram quatro protocolos de ACseguidos de um esforço máximo nos 50 m. No primeiro protocolo (P1) os nadadoresrealizaram um aquecimento padrão (~ 15 min); no segundo protocolo (P2) o afundo (3 x 85%do máximo de uma repetição); no terceiro (P3) barra fixa (3 repetições máximas) e salto emcaixote com 40 cm de altura e 60 cm de profundidade (1 x 5 com 10% do peso corporal); e noquarto protocolo (P4) uma combinação de exercícios do segundo e terceiro protocolos. Osprotocolos de AC não tiveram efeito no aquecimento padrão. Porém, a performance de P2(27,01 ± 1,25 seg) foi semelhante a P1 (27,01 ± 1,18 seg) e apresentou maiores efeitospositivos nos parâmetros mecânicos de saída do bloco em comparação aos outros protocolos,contribuindo para melhorias na prova de estilo livre de 50 m. Além disso, o tempo de viradatambém teve efeito negativo, principalmente em P3 (3,12 ± 0,28 seg), sinalizando a melhoradessa variável em todos os protocolos (P1: 3,30 ± 0,38 seg; P2: 3,17 ± 0,30 seg; P4: 3,17 ±0,34 seg). P2 (pré: 82,7 ± 9,9%; pós: 80 ± 11%) e P3 (pré: 85,1 ± 9,7%; pós: 82,7 ± 9,9%)apresentaram um possível efeito positivo no percentual de ativação voluntária em relação aP1 (pré: 76,3 ± 12%; pós : 79,3 ± 10,7%). Em conclusão, os protocolos de atividadecondicionante propostos não foram eficientes para a melhoria do desempenho de 50 m nadolivre em relação ao modelo padrão e parecem influenciar especificamente cada fase da prova. (AU)

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