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Cardioproteção no Diabetes mediada pelo treinamento físico aeróbio e o papel do tecido adiposo marrom

Resumo

O desenvolvimento de cardiomiopatia em diabéticos pode levar a um desfecho clínico desfavorável, e em função da elevada prevalência, a busca pelo entendimento da fisiopatologia e formas de prevenção e tratamento são crescentes na literatura. Fatores chaves como desequilíbrio metabólico dos cardiomiócitos, lipotoxicidade, fibrose e hipertrofia cardíaca medeiam os danos cardíacos, e parte dos mecanismos pode estar relacionado com a ação remota do tecido adiposo. Enquanto o excesso de tecido adiposo branco está associado com doenças cardiovasculares e comorbidades, o tecido adiposo marrom (TAM) pode melhorar a saúde cardiovascular via maior oxidação de substratos e ação endócrina. Uma das proteínas secretadas pelo TAM com maior propriedade cardioprotetora é o fator de crescimento de fibroblastos 21 (FGF-21). Entre as estratégias de combate às doenças cardiometabólicas, o treinamento físico aeróbio (TFA) tem se mostrado eficaz para induzir adaptações benéficas no metabolismo energético, no coração e no tecido adiposo. Ademais, é sabido que o TFA aumenta a produção de FGF-21, bem como do seu receptor FGFR1 e da proteína transmembranal ²-Klotho. Sabendo que a manutenção da funcionalidade do TAM é importante para a saúde metabólica e cardiovascular, investigar a relação entre o TAM e a cardioproteção diabética por meio do TFA, bem como a participação do FGF21, pode responder uma lacuna de conhecimento que ainda existe na literatura. Assim, o presente projeto visa testar a hipótese de que o TAM participa da cardioproteção induzida pelo TFA em animais diabéticos, e que essa resposta está associada com o aumento nos níveis de FGF21 e FGFR1/²-klotho. (AU)

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