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Imagens fotoacústicas e ultrassônicas em aplicações teranósticas

Resumo

O efeito fotoacústico possibilita o acesso, aliado à ultrassonografia convencional, a um tipo de imagem médica com características únicas: indicar tanto eventos fisiológicos quanto a composição molecular de tecidos em conjunto com informações anatômicas. Durante o projeto Jovem Pesquisador (2013/18854-6), foi estabelecido um laboratório dedicado ao desenvolvimento de tecnologias em imagens fotoacústicas. Nessa estrutura já foram conduzidos estudos envolvendo imagens fotoacústicas espectroscópicas para quantificar corantes, nanopartículas e cromóforos endógenos, além de imagens térmicas para monitorar procedimentos de hipertermia, entre outros. A hipertermia magnética tem sido estudada como uma modalidade de tratamento de câncer. No entanto, desafios como mapear as nanopartículas magnéticas nos tecidos e monitorar a temperatura durante o tratamento dificultam que essa técnica seja efetivamente aplicada na rotina clínica. No presente projeto serão desenvolvidas plataformas para integrar técnicas ultrassônicas associadas à óptica (imagem fotoacústica) e ao magnetismo (magnetoacustografia) em sistemas teranósticos, com o objetivo de aumentar a capacidade de mapear a distribuição espacial de nanopartículas magnéticas e temperatura em procedimentos terapêuticos de hipertermia magnética. A combinação dessas técnicas permitirá o mapeamento de outros parâmetros como saturação de oxigênio e viscoelasticidade durante o procedimento de hipertermia. Esses métodos híbridos serão avaliados em experimentos com phantoms que simulem propriedades físicas de tecidos biológicos e com tumores subcutâneos em camundongos. (AU)

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