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Inflamação sistêmica está associada com resultados de longo prazo em pacientes com doença falciforme tratados com TCTH.

Processo: 21/13042-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de fevereiro de 2022 - 31 de julho de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Kelen Cristina Ribeiro Malmegrim de Farias
Beneficiário:Kelen Cristina Ribeiro Malmegrim de Farias
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Anemia falciforme  Síndrome de resposta inflamatória sistêmica  Terapia baseada em transplante de células e tecidos  Doenças falciformes 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:anemia falciforme | Doença Falciforme | Inflamação sistemica | reconstituição imunológica | terapia celular | Transplante Alogênico de Células-Tronco Hematopoiéticas | Transplante; Hematologia Clínica e Aplicada; Terapia Celular

Resumo

O transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas (alo-TCTH) é o único tratamento curativo disponível atualmente para a doença falciforme (DF). No entanto, os efeitos do TCTH na fisiopatologia da DF são pouco elucidados. Aqui, avaliamos a adesividade das hemácias, a intensidade da hemólise, os marcadores de tônus vascular e a inflamação sistêmica em pacientes com DF tratados com TCTH alogênico. Trinta e dois pacientes com DF foram avaliados antes e seguidos por longo prazo após o TCTH. A sobrevida geral foi de 94% sem a doença do enxerto contra hospedeiro grave (grau III-IV) e taxa de rejeição de 22% (falha de enxertia). Parâmetros hematológicos, contagens de reticulócitos e níveis de lactato desidrogenase (LDH), endotelina-1 e VCAM-1 foram normalizados em pacientes com DF pós-TCTH. A expressão de moléculas de adesão em reticulócitos e hemácias foi menor em pacientes com enxerto sustentado. Os níveis de IL-18, IL-15 e LDH foram maiores em pacientes que desenvolveram falha do enxerto. Níveis aumentados de citocinas pró-inflamatórias plasmáticas, principalmente TNF-±, foram encontrados em pacientes com DF a longo prazo após o transplante. Pacientes com SCD com enxerto sustentado após alo-TCTH mostraram diminuição da contagem de reticulócitos e adesividade, diminuição da hemólise e níveis mais baixos de marcadores de tônus vascular. No entanto, a inflamação sistêmica persistiu por pelo menos cinco anos após o transplante, indicando que o alo-TCTH não afeta igualmente todos os aspectos da fisiopatologia da DF. (AU)

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