| Processo: | 20/13050-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2024 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica |
| Pesquisador responsável: | Alessandra Buhler Borges |
| Beneficiário: | Alessandra Buhler Borges |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José dos Campos |
| Assunto(s): | Dentística Desgaste dos dentes Erosão dentária Dentina Esmalte dentário Abrasão dentária Fluoretos Copolímeros |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | abrasão dental | dentina | erosão dental | esmalte | fluoretos | Polímeros | Dentística |
Resumo
Diversas estratégias preventivas têm sido testadas visando o controle do desgaste dental erosivo, incluindo a aplicação de produtos contendo fluoretos, compostos polivalentes de cátions metálicos, bem como polímeros bioadesivos com objetivo de formar filmes protetores superficiais. Nosso grupo de pesquisa tem obtido resultados promissores quanto à eficácia de copolímeros do polimetacrilato no controle do desgaste erosivo, que resultou na solicitação de depósito de patente junto ao INPI. No entanto, há ainda a necessidade de testes adicionais para comprovação dos benefícios das soluções quando a abrasão é considerada concomitantemente à erosão, tanto em esmalte como em dentina (etapa 1), alternativas de veículos que possibilitem o aumento da concentração do agente ativo em formulações para uso profissional, aumentando o potencial de formação da película superficial sobre a estrutura dental (etapa 2), bem como a realização de testes em condições mais próximas à situação clínica, considerando seu efeito sobre o potencial protetor da película adquirida (etapa 3). Desta forma, o objetivo geral desta proposta será avaliar o potencial protetor de copolímeros do polimetacrilato (Amino-metacrilato-AMC e Metil-metacrilato-MMC) combinados a soluções fluoretadas no controle do desgaste dental erosivo, bem como sua influência no potencial protetor da película adquirida frente a desafios erosivos e abrasivos. A proposta está dividida em três etapas. Na etapa 1, será avaliado o efeito protetor do AMC associado a fluoretos frente à erosão inicial, bem como sobre o desgaste erosivo do esmalte e dentina mediante desafios erosivos e abrasivos. Espécimes de esmalte e dentina bovinos serão alocados em seis grupos de tratamento (2 min), com as soluções simulando enxaguatórios (n=15): Água (controle); AMC (2%); NaF (F- 225 ppm F-); F+AMC; NaF+SnCl2- FS- 800 ppm Sn+2); FS+AMC. Os espécimes serão submetidos a ciclos de erosão e abrasão por 5 dias, com ácido cítrico 0,3% por 5 min, 4x/dia, com intervalos de 1 h em saliva humana. O potencial protetor será avaliado por meio de microdureza no inicio do ciclo e a perda superficial (em µm) será avaliada por perfilometria ao final. Na etapa 2, serão desenvolvidas formulações semelhantes a vernizes contendo altas concentrações de polímeros, simulando o procedimento de aplicação profissional, preparadas com o copolímero catiônico AMC e aniônico MMC associados ao NaF contra o desgaste erosivo do esmalte. Para isso, espécimes de esmalte serão alocados em seis grupos de tratamento (n=15): Água deionizada (controle negativo); Verniz Duraphat (NaF5% - 22600 ppm F-) (controle positivo); AMC (15%); MMC (15%); AMC +NaF 5% (22600 ppm F-); MMC + NaF 5%. Serão submetidos aos mesmos ciclos de erosão e abrasão descritos no estudo 1, com avaliação da perda superficial por perfilometria ao final. Na etapa 3, será avaliado o efeito da associação de soluções contendo F (NaF - 225 ppm F-) e/ou S (SnCl - 800 ppm Sn+2) e/ou copolímero AMC (2%) no potencial antierosivo da película adquirida sobre o esmalte e a dentina, frente a desafios erosivos por meio de um estudo in situ randomizado cruzado. Doze voluntários instalarão um dispositivo intraoral com dois espécimes bovinos em esmalte e dois em dentina por 5 min. Após, realizarão o bochecho com uma das soluções (1 min), e permanecerão por 30 min com o dispositivo, para permitir a maturação da película adquirida. Será realizado o desafio com HCl 0,03%, pH 2,3 por 3 min extra-oralmente. Esses passos serão repetidos, com cinco aplicações das soluções, sendo: Água (controle negativo); F; S; AMC; FS; F + AMC; FS + AMC, uma em uma fase com os mesmos voluntários. Após o término da ciclagem, os espécimes serão removidos e será realizada a microbiópsia da superfície do esmalte e dentina com HCl 0,03%, pH 2,3 (3 min). Os dados serão submetidos à análise estatística apropriada, a um nível de significância de 5%. (AU)
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