| Processo: | 21/10984-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2024 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Maria Fernanda Barboza Cid |
| Beneficiário: | Maria Fernanda Barboza Cid |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Pesquisadores associados: | Amanda Dourado Souza Akahosi Fernandes ; Ángeles Parrilla Latas ; Danieli Amanda Gasparini ; Diene Monique Carlos ; Giovana Garcia Morato ; Maria Angelica Mangino Cardoso ; Martha Morais Minatel |
| Assunto(s): | Saúde mental Adolescentes Pesquisa participante Sofrimento psíquico Sentimento de pertença Pandemias COVID-19 |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Adolescências | Pandemia | Pesquisa participativa | Saúde Mental | sentimento de pertença | Saúde Mental de adolescentes |
Resumo
Pesquisas COM (e não sobre) adolescentes ainda são incipientes, especialmente no Brasil e no campo da saúde mental. Por outro lado, a literatura da última década vem apontando um crescimento dos índices de sofrimento psíquico nesta população, o que tem se intensificado no contexto da Pandemia da COVID-19, alertando para a necessidade de produção de conhecimento e de políticas públicas de promoção e cuidado estratégico em saúde mental direcionados às adolescências, mas que considerem sua participação nos processos de reflexão, planejamento e implementação. Nessa direção, a presente proposta de investigação tem o objetivo geral, identificar e analisar, com adolescentes vinculados a escolas públicas, suas percepções sobre saúde mental e sentimento de pertença e criar, com eles, estratégias que visem a promoção de saúde mental, considerando o cenário pandêmico. Para isso, será desenvolvida uma pesquisa participativa inclusiva com adolescentes vinculados à escolas públicas localizadas em um território de um município do interior do estado de São Paulo. Ressalta-se que a produção de dados acontecerá, levando-se em conta as medidas de contingência em implementação na ocasião. Dessa forma, o apoio das escolas será buscado, no sentido de favorecer a participação dos estudantes. A pesquisa será desenvolvida no período de 24 meses, em cinco fases, a saber: Fase preliminar, na qual acontecerão os procedimentos de autorização da secretaria de ensino e submissão ao comitê de ética em pesquisa; Fase 1, em que, além da identificação e localização dos potenciais participantes, acontecerá uma entrevista individual aberta com o objetivo de identificar as percepções dos adolescentes sobre saúde mental e sentimento de pertença. Os dados obtidos nesta fase poderão ser utilizados para disparar as reflexões da fase seguinte; Fase 2, na qual serão produzidos os conceitos e estratégias de ações de promoção à saúde mental e sentimento de pertença, considerando o contexto pandêmico, com adolescentes; Fase 3: se for de desejo dos participantes no processo da investigação participativa, pretende-se encaminhar alguma ação de promoção à saúde mental dos adolescentes no contexto escolar; Fase 4: Divulgação do conhecimento produzido, tanto no âmbito local (escolar/territorial), quanto acadêmico. Espera-se que este estudo - que considera a perspectiva dos/das próprios/as adolescentes em todo o processo da investigação - possa contribuir com elementos que ampliem a reflexão e a compreensão sobre a saúde mental e o sentido de pertença na adolescência e, consequentemente possam subsidiar ações que considerem as particularidades dessa população, especialmente considerando a atual realidade sanitária brasileira. (AU)
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