| Processo: | 21/13517-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2024 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Silvia Vanessa Lourenço |
| Beneficiário: | Silvia Vanessa Lourenço |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Kátia Cândido Carvalho ; Victor Elias Arana-Chavez |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 22/00577-5 - Papel da dieta rica em sal e o fator de transcrição NFTA5 na síndrome de Sjögren, AP.R SPRINT |
| Assunto(s): | Patologia Lúpus eritematoso sistêmico Xerostomia Glândulas salivares Aquaporinas Conexinas Organoides |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | aquaporinas | conexinas | Glândulas Salivares | modelo organoide | Patologia |
Resumo
O lúpus eritematoso (LE) é uma doença de origem autoimune que afeta múltiplos órgãos, entre eles a cavidade oral. Estima-se que 75% dos pacientes diagnosticados com LE apresentem desconforto relacionado a sensação subjetiva de boca seca - a xerostomia. Nosso grupo tem demonstrado que a xerostomia no LE está relacionada a um tipo de manifestação específica da doença - a sialadenite lúpica - e que resulta de reação autoimune associada a possíveis alterações metabólicas que envolvem as vias de geração de energia celular. A hipótese dessa proposta postula que alterações metabólicas associadas a fatores inflamatórios solúveis possam atuar como injúria na membrana plasmática, alterando os perfis de expressão de canais de comunicação celular com impacto na fisiologia da secreção salivar e, possivelmente, culminando com a perda da homeostase, alterações na qualidade da saliva e na instalação da xerostomia. Para testar essa hipótese, essa proposta responderá a seguinte indagação: fatores inflamatórios podem causar alterações nos padrões de aquaporinas e conexinas nas glândulas salivares? Utilizaremos as seguintes estratégias: 1) estabelecimento de modelo organoide de glândulas salivares humanas que possibilite a investigação de processos biológicos sem utilização de modelos animais; 2) Estudo dos padrões de expressão das aquaporinas e conexinas, frente a cenários de saúde e doença, utilizando o modelo organoide, glândulas salivares de pacientes com LE e indivíduos saudáveis e em fases distintas da morfogênese da glândula salivar humana; 3) o modelo organoide será desafiado com fatores associados à resposta inflamatória autoimune (conhecimento gerado a partir de pesquisas já fomentadas pela FAPESP), para avaliação da expressão de aquaporinas e conexinas, bem como FGF10 e Sox-9; 4) análise metabolômica dos modelos in vitro para a compreensão das alterações metabólicas frente a inflamação. Resultados esperados: criar um modelo in vitro como ferramenta para obter respostas sobre a sialadenite lúpica e para a criação de estratégias visando a terapia regenerativa das glândulas salivares. (AU)
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