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Termômetro social COVID-19: fatores associados à percepção de risco, aos padrões de comportamento e à adesão às medidas de proteção que influenciam no combate à pandemia no Brasil

Processo: 21/08263-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2022 - 29 de fevereiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem de Saúde Pública
Pesquisador responsável:Ricardo Alexandre Arcêncio
Beneficiário:Ricardo Alexandre Arcêncio
Instituição-sede: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados:Aline Aparecida Monroe ; Ana Rita Pedro ; Carla do Rosário Delgado Nunes de Serpa ; Carol ; Dulce Maria de Oliveira Gomes ; Ethel Leonor Noia Maciel ; Flavia Meneguetti Pieri ; Giselle Lima de Freitas ; Inês Santos Estevinho Fronteira ; Ione Carvalho Pinto ; Joice Adriana Enzler ; Josilene Dália Alves ; Juliane de Almeida Crispim ; Liana Wernersbach Pinto ; Marcela Paschoal Popolin ; Marcelino Santos Neto ; Marcos Augusto Moraes Arcoverde ; Mellina Yamamura Calori ; Miguel Angel Fuentealba Torres ; Osmar de Oliveira Cardoso ; Pedro Fredemir Palha ; Regina Célia Fiorati ; Rosa Maria Pinheiro Souza ; Severina Alice da Costa Uchoa ; Sónia Dias
Bolsa(s) vinculada(s):22/03964-0 - Termômetro Social COVID-19 : Fatores associados à percepção de risco, aos padrões de comportamento e à adesão às medidas de proteção que influenciam no combate à pandemia no Brasil, BP.PD
Assunto(s):Pandemias  Infecções por Coronavirus  COVID-19  Pesquisa termômetro social COVID-19  Percepção de risco  Comportamento de risco  Distanciamento social  Vulnerabilidade social  Políticas públicas 

Resumo

O projeto Termômetro Social COVID-19 foi celebrado entre Escola Nacional de Saúde da Universidade Nova de Lisboa (ENSP-UNL), Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade São Paulo (EERP-USP) e Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz (ENSP-FIOCRUZ). O projeto tem financiamento da Fundação Ciência e Tecnologia de Portugal, todavia, do lado brasileiro a proposta carece ainda de financiamento. Em decorrência das adaptações culturais, no país o projeto foi designado Termômetro, em que assume características transnacionais, com participação de pesquisadores das diferentes instituições no país e estrangeiras, além daquelas anteriormente descritas. Entre os seus objetivos, ele visa analisar os fatores associados à percepção de risco, aos padrões de comportamento de risco e à adesão às medidas de proteção que influenciam no combate a COVID 19 no Brasil. Assim, nossa proposta está composta de três fases. A primeira fase se baseia no desenvolvimento de um survey on-line, por meio de um instrumento validado, que se estrutura e busca compreender percepção e comportamento de risco, e seus fatores. A segunda fase consistirá numa complementação com dados secundários obtidos dos principais sistemas de informação. E a terceira fase, ancorado na ciência da implementação, para a produção de evidências para as políticas públicas e ao Sistema Único de Saúde. Para a primeira fase, estão sendo arrolados pessoas residentes no Brasil, acima de 18 anos, por meio de acesso de um link disponibilizado na internet e hospedado no REDCap. Ainda, nessa fase tem sido recrutada populações vulneráveis, por meio de pesquisa de campo, considerando pessoas em situação de rua, residentes nas favelas/ comunidades e/ou assentamentos. Para a abordagem da população em situação de vulnerabilidade social, tem sido utilizada entrevistas com entrevistadores de campo, haja vista a dificuldade de acesso dessas populações em responder o questionário pela Internet. Na segunda fase, serão levantados indicadores do comportamento risco coletivo da população, expresso pelo distanciamento social e circulação, e de adesão às medidas de proteção coletiva, traduzido pela cobertura de vacina, e ainda análise das consequências deles, segundo os indicadores de morbi-mortalidade na população geral e população em situação de vulnerabilidade social. Ainda, identificação dos territórios em risco de vulnerabilidade social, e ainda a carga da COVID-19. Para a terceira fase, haverá consulta a diferentes interessados (stakeholders) visando ampliar a compreensão dos resultados da pesquisa e a sua recomendação para a translação do estudo para a política pública. No processamento do material empírico será utilizada estatísticas descritivas, testes inferenciais e modelagem. Para a fase 3, está prevista aplicação técnica de Delphi e técnica de grupo nominal. Espera-se que os resultados contribuam para avançar nas políticas públicas e impacto na população brasileira. (AU)

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