| Processo: | 20/15696-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2024 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Vanessa Morais Freitas |
| Beneficiário: | Vanessa Morais Freitas |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | André Zelanis Palitot Pereira |
| Assunto(s): | Biologia tumoral Neoplasias mamárias Metástase neoplásica Células endoteliais Vesículas extracelulares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Câncer de mama | células endoteliais | shear stress | vesículas extracelulares | Biologia Tumoral |
Resumo
O câncer de mama é o tipo de tumor mais frequente entre mulheres no mundo inteiro. O subtipo mais agressivo é o triplo negativo (CMTN), apresentando um prognóstico ruim e uma baixa sobrevida quando metastático. Metástase consiste em uma das principais características do câncer, no qual células tumorais adquirem capacidade de invadir o sistema circulatório e colonizar outros órgãos. O papel de vesículas secretadas por células tumorais no preparo do nicho metastático vem sido recentemente discutido na literatura. Essas vesículas extracelulares (VEs), contém biomoléculas (e.g.: DNA, RNA e proteínas), compõe o microambiente tumoral e são capazes de modular a permeabilidade de células endoteliais (CEs) que revestem os vasos sanguíneos, permitindo o extravasamento das células tumorais para o sítio metastático. Além disso, é também necessário considerar que fluxo sanguíneo exerce uma força friccional constante - denominada shear-stress - nas CEs, provocando alterações que podem facilitar a adesão e extravasamento de células. Neste projeto, investigaremos o papel de VEs provenientes da linhagem celular humana de CMTP MDA-MB-231 na formação do nicho metastático através da modulação CEs em modelo de fluido estático ou sob shear-stress. Com esse fim, iremos avaliar a morfologia de CEs por microscopia de contraste de fase; modulação de vias de endocitose de VEs por microscopia eletrônica; e faremos análise comparativa da proteômica de proteínas de membrana plasmática de CEs e de VEs, buscando possíveis interações entre essas proteínas por análise in silico. Buscamos desenvolver, através deste projeto, possíveis estratégias de inibição do fenômeno de invasão e metástase em CMTP, levando a uma melhora no prognóstico e sobrevida da doença. (AU)
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