Busca avançada
Ano de início
Entree

Interação da Migalina com células imunes e controle de infecções por microrganismos patogênicos

Processo: 20/08182-4
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2022 - 29 de fevereiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Monamaris Marques Borges
Beneficiário:Monamaris Marques Borges
Instituição Sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Marcia Regina Franzolin ; Pedro Ismael da Silva Junior
Bolsa(s) vinculada(s):22/05535-9 - Ação da Migalina no controle da infecção in vitro de macrófagos e células epiteliais por bactérias., BP.TT
Assunto(s):Produtos naturais  Moléculas bioativas  Anti-infecciosos  Inflamação  Poliaminas  Nanopartículas  Interações hospedeiro-patógeno 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:acylpoliamina | atividade bactericida | biomoléculas | Inflamação | Migalina | Nanopartículas | Interação patógeno-hospedeiro

Resumo

A exploração da biodiversidade como origem de produtos com potencial terapêutico é uma alternativa para o combate de infecções, modulação imune ou tratamento de outras patologias. Há grande interesse na descoberta de novas moléculas bioativas, para auxiliar no controle de infecções por bactérias resistentes a antibióticos e com atividade imunomoduladora. As poliaminas são um grupo de compostos catiônicos endógenos, sintetizados por todas as células vivas. Influenciam diversas funções celulares uma vez que se ligam ao DNA, ao RNA e às proteínas, controlando o crescimento, diferenciação e sobrevida de microrganismos e células eucarióticas. Seus análogos têm sido muito explorados no controle de microrganismos, funções imunes e câncer. A Migalina é uma acilpoliamina sintética análoga da poliamina natural espermidina, sendo originária da hemolinfa de aranha. Esta molécula difere da espermidina por apresentar atividade microbicida, provocando rompimento da parede bacteriana, quebra no DNA, além de modular a resposta imune inata. Estas características mostram que está molécula representa um alvo terapêutico a ser explorado contra microrganismos resistentes a antibióticos e o seu papel como regulador imune. Será investigada a ação da Mygalin na interação com células fagocíticas tratadas com moléculas originárias de microrganismos representados por agonistas de Toll-like receptores (2,3 e 9) na presença ou não de citocinas e inibidores de vias de sinais intracelulares, MAPKinases e NFkB, para definir seu potencial de modular a resposta inflamatória. Sua capacidade de controlar a síntese de mediadores imunes em células infectadas in vitro por bactéria gram negativas será investigada, assim como a formação de biofilme quando associado a antibióticos e nanopartículas de prata. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)