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Efeito ergogênico do exercício prévio e do pré-condicionamento isquêmico sobre a cinética do VO2 no domínio severo de nado-atado

Processo: 17/23717-9
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2022 - 29 de fevereiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço
Pesquisador responsável:Dalton Müller Pessôa Filho
Beneficiário:Dalton Müller Pessôa Filho
Instituição Sede: Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Pré-condicionamento isquêmico  Cinética do consumo de oxigênio  Troca gasosa  Exercício prévio  Natação  Desempenho atlético 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Permuta Gasosa | Recursos Ergogênicos | Rendimento esportivo | Treinamento | Rendimento esportivo

Resumo

O pré-condicionamento isquêmico (IPC) e o exercício prévio são técnicas de manipulação fisiológica aguda para a obtenção de efeitos ergogênicos sobre o exercício subsequente. Apesar do exercício prévio consistir em um procedimento com amplo respaldo literário sobre seus efeitos ergogênicos, por outro lado, a técnica IPC ainda apresenta resultados não satisfatórios para sua disseminação, enquanto recurso na preparação do atleta e na melhora do desempenho atlético. Ao analisar os efeitos de ambos os procedimentos na natação, o presente estudo irá se deparar com uma situação inédita, pois os efeitos do exercício prévio e da técnica IPC sobre a tolerância de nado ainda não foram abordados na literatura. Dessa forma, este estudo irá contextualizar duas circunstâncias experimentais, envolvendo (1) o efeito do exercício prévio na cinética do consumo de oxigênio VO2, em condições distintas de nado: livre e atado; e (2) a comparação entre os efeitos do exercício prévio e da técnica IPC sobre a tolerância no domínio severo de intensidade, em condições atada. Serão convidados, ao menos, dezesseis nadadores treinados, preferencialmente do mesmo sexo. Na primeira etapa experimental, o desempenho dos nadadores será comparado em testes incrementais e de fase constante. Este último será realizado com exercício moderado prévio ao exercício severo. Na segunda etapa experimental, as transições no domínio severo serão realizadas após aplicação da técnica IPC e do exercício prévio também em intensidade severa. Em todos os testes de fase constante, os dados serão tratados pelo modelo bi-exponencial da cinética do VO2 para a descrição dos perfiis de respostas. A troca gasosa pulmonar será analisada respiração-a-respiração com um sistema portátil automático (K4b2, Cosmed, Roma, Itália), acoplado ao nadador por um snorkel e sistema de válvula específico (Aquatrainer, Cosmed, Itália). O desafio consistirá em confrontar duas estratégias agudas de manipulação da resposta fisiológica para responder, ao mesmo tempo, duas questões: (a) qual estratégia de manipulação fisiológica prévia à atividade, a saber o exercício prévio e IPC, tendem a influenciar a tolerância no domínio severo de intensidade do exercício; e, assim, (b) definir à aplicabilidade da IPC na natação e identificar os mecanismos metabólicos que subsidiariam a estratégia IPC. Diante dos resultados, também pode-se avaliar, pela primeira vez, a influência de estratégias prévias (exercício prévio e IPC) sobre a tolerância na natação e, assim, contribuir com a proposição de novos esquemas de treinamento e técnicas de modulação aguda do desempenho humano. (AU)

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