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Tolerância aos desinfetantes de biofilmes mono e dupla-espécie de Candida parapsilosis e Staphylococcus aureus

Processo: 21/04702-6
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de junho de 2022 - 31 de maio de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Regina Helena Pires
Beneficiário:Regina Helena Pires
Instituição Sede: Pró-Reitoria Adjunta de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Franca (UNIFRAN). Franca , SP, Brasil
Assunto(s):Micologia  Candida  Staphylococcus  Infecção hospitalar  Desinfecção  Desinfetantes  Ácido peracético  Peróxido de hidrogênio 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Biofilmes mistos | Contaminação hospitalar | desinfecção | desinfetantes | Micologia

Resumo

As espécies de Candida e Staphylococcus podem causar infecções adquiridas em hospitais devido às suas capacidades de habitar e de formar biofilmes no hospedeiro ou em superfícies abióticas em interações polimicrobianas. A despeito dos estabelecimentos de saúde priorizarem a aplicação de programas de desinfecção para minimizar o risco de contaminação, a literatura mostra pouca eficiência de desinfetantes sobre biofilmes. Além disso, as interações entre espécies podem gerar alterações na composição da matriz do biofilme, induzir o aparecimento de células persistentes e alterar a resposta da comunidade frente aos antimicrobianos, resultando em um aumento da morbidade e da mortalidade dos pacientes infectados. Assim, este estudo propõe avaliar a eficácia de desinfetantes sobre C. parapsilosis e S. aureus em biofilmes monoespécie e em combinação, bem como o efeito dos desinfetantes sobre componentes da matriz. Em adição serão quantificadas as células persistentes dos biofilmes pós exposição aos desinfetantes. Serão utilizadas cepas ambientais e clínicas de C. parapsilosis stricto senso, formadores de biofilme e a cepa S. aureus ATCC 25923. Preparações comerciais do ácido peracético em combinação com o peróxido de hidrogênio e do hipoclorito de sódio serão diluídas a concentrações de uso em água destilada e esterilizadas. Os biofilmes serão formados em microplacas de 96 poços e, a viabilidade celular, após exposição aos desinfetantes por tempo padronizado na legislação ou pelo fabricante, será realizada por meio de contagem das células viáveis. A quantificação da biomassa formada será obtida pela metodologia do cristal violeta e, os componentes da matriz serão quantificados por metodologias específicas antes e após a exposição dos biofilmes aos desinfetantes. O conhecimento da efetividade de desinfetantes utilizados na rotina hospitalar sobre biofilmes mono ou dupla-espécie de C. parapsilosis e S. aureus pode ampliar o conhecimento de tolerância microbiana aos estresses ambientais, o que tem sido amplamente subestimado. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ALVAREZ, CARMEN MAGALY; OLIVEIRA, MANOEL MARQUES EVANGELISTA; PIRES, REGINA HELENA. Sporotrichosis: A Review of a Neglected Disease in the Last 50 Years in Brazil. MICROORGANISMS, v. 10, n. 11, p. 17-pg., . (21/04702-6)

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