Resumo
O segundo maior coproduto gerado pela indústria cervejeira é a biomassa de levedura, que mesmo sendo rico nutricionalmente e seguro para o consumo, apresenta baixo valor agregado e o seu reuso é pouco explorado. A composição da parede celular e membrana plasmática das células vegetativas e dos esporos das leveduras condiz com as características desejadas em agentes carreadores de moléculas bioativas. A vitamina D (hidrofóbica) e a vitamina C (hidrofílica) atuam na promoção da homeostase e prevenção de doenças quando consumidas em quantidades apropriadas, contudo, a incorporação destas vitaminas em alimentos é comprometida, principalmente devido ao fato de serem quimicamente instáveis. Para satisfazer estas limitações na aplicação de moléculas bioativas em alimentos são necessários avanços tecnológicos que permitam a produção de agentes protetores naturais, compatíveis, estáveis, baratos e com alta eficiência e rendimento de encapsulação, garantindo a bioatividade e disponibilidade destas moléculas. Sob estas premissas, este projeto objetiva estudar o processo de microencapsulação de vitamina C e D em células vegetativas e ascósporos provenientes da biomassa cervejeira residual, focando nas tecnologias de biossorção, infusão a vácuo e eletroporação. Considerando a insípida abordagem sobre a aplicação de ascósporos e a escassez bibliográfica que incitam a aplicação da eletroporação em leveduras para microencapsulação, os resultados obtidos neste projeto tem potencial para o desenvolvimento de novos processos e produtos. (AU)
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