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Avaliação funcional e molecular da fosfatase DUSP12 em células tumorais humanas submetidas a condições de estresse

Resumo

Uma melhor compreensão dos mecanismos de ação da tirosina fosfatase DUSP12 pode identificar potenciais relações com distúrbios celulares e sugerir formas de intervenção em sua atividade enzimática, tornando-a um alvo de drogas com interesses clínicos. Esta tirosina fosfatase de atividade dual (DUSP) é conhecida por desfosforilar preferencialmente fosfo-tirosinas - mas também fosfo-serina ou fosfo-treonina - de proteínas substratos. Ela é amplamente expressa em diversos tipos de tecidos normais e tumores humanos como mama, cervix, cólon, pulmão, pâncreas, fígado, estômago e sangue. Há evidências experimentais de que estas enzimas podem atuar na regulação direta ou indireta de mecanismos de manutenção de estabilidade genômica como ciclo celular, reparo de DNA, organização da cromatina, expressão gênica e até arquitetura nuclear, os quais são imprescindíveis na transformação e/ou resistência tumoral. Nosso grupo identificou parceiros proteicos nucleares de DUSP12 em linhagens celulares de adenocarcinoma de mama e pulmão submetidas a diferentes tipos de estresse genotóxico e encontrou conexões funcionais importantes com o citoesqueleto, a cromatina, a maquinaria de splicing e maturação ribossômica. Este projeto pretende investigar detalhes moleculares e funcionais da proteína DUSP12 e de sua interação com as proteínas HP1BP3 e NAT10. O entendimento das relações funcionais entre elas e mecanismos de integridade e organização da cromatina pode apontar a relevância desta fosfatase para processos nucleares envolvidos com a malignidade de certas células tumorais. (AU)

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