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Desenvolvimento pós-implantacional in vitro de embriões aneuploides humanos: um estudo sobre autocorreção e o impacto da idade materna

Processo: 21/11313-6
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2022 - 30 de junho de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Pesquisador responsável:Eduardo Leme Alves da Motta
Beneficiário:Eduardo Leme Alves da Motta
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores associados: Ivone Cipriano Oyama
Assunto(s):Embriologia  Biologia do desenvolvimento  Idade materna  Aberrações cromossômicas  Aneuploidia  Blastocisto  Fertilização in vitro 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:aneuploidia | Autocorreção | Biologia do Desenvolvimento | Blastocisto | fertilização in vitro | Idade Materna | Embriologia

Resumo

Em sua maioria, as aneuploidias estão vinculadas a erros cromossômicos ocorridos no momento da segregação ou da recombinação durante a meiose em oócitos. Em mulheres acima de 40 anos, essas alterações são devido a um aumento na disfunção mitocondrial e nas coesinas, encurtamento dos telômeros e instabilidade do fuso meiótico. Entretanto, várias linhas de evidência apoiam a ideia de que a aneuploidia é um fenômeno comum e não "permanente" em embriões de mamíferos nos estágios iniciais. Diante da possibilidade da existência de mecanismos embrionários de autocorreção cromossômica, nosso objetivo é investigar se blastocistos aneuploides submetidos a um cultivo estendido durante a fase pós-implantacional poderiam retornar para uma condição euploide. Para isso, serão selecionados blastocistos aneuploides provenientes de dois grupos com diferentes idades maternas: Grupo I, mulheres com d 37 anos e Grupo II, mulheres com e 38 anos. Os blastocistos serão descongelados e submetidos ao cultivo estendido na ausência de tecidos maternos, por até 12 dias e, a seguir, analisados pelas seguintes metodologias: (1) Técnica NGS para detecção de aneuploidia em embriões D12 após rebiópsia; (2) método de TUNEL-Fluoresceína para verificação da ocorrência de apoptose em células embrionárias; (3) técnicas de imunofluorescência para identificação da expressão de marcadores de diferenciação celular como OCT-3/4, GATA6, CK7 e F-actina; (4) microscopia eletrônica de transmissão e varredura para estudo das características morfológicas e ultraestruturais. Estas técnicas nos permitirão verificar se o status celular e cromossômico são consistentes em um cultivo embrionário estendido, relativos aos perfis etários selecionados. (AU)

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