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Entre apagamentos e resistências: curta-metragens feitos por diretoras brasileiras (1966-1985)

Processo: 22/06671-3
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil
Vigência: 01 de setembro de 2022 - 29 de fevereiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Comunicação - Comunicação Visual
Pesquisador responsável:Eduardo Victorio Morettin
Beneficiário:Eduardo Victorio Morettin
Instituição Sede: Escola de Comunicações e Artes (ECA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):História do cinema brasileiro  Cinema  Gêneros (grupos sociais)  Feminismo  Ditadura  Brasil  Publicações de divulgação científica  Produção científica  Livros 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Curta-metragem | Ditadura Civil-Militar | Feminismo | Gênero | História do Cinema Brasileiro | Cinema

Resumo

A obra analisa o cinema feito por mulheres a partir do levantamento e análise dos curtas-metragens feitos por diretoras brasileiras na ditadura civil-militar. Como contribuição à historiografia do cinema brasileiro, é apresentado o levantamento de uma filmografia, que conta com 224 filmes feitos por 123 cineastas diferentes, além da análise fílmica de dez curtas. Ao longo do livro, as análises das obras e dos dados encontrados são entrelaçadas pelo contexto social e cinematográfico, relacionando, por exemplo, a circulação do pensamento feminista nos filmes e em jornais pertencentes à imprensa alternativa. A partir da análise comparada destes dois meios de comunicação, a autora investiga lacunas deixadas pela historiografia, como as relações entre o trabalho das cineastas e as pautas do movimento feminista de Segunda Onda, um aporte original deste livro. São examinados também os impactos da abertura das escolas de cinema no Brasil na produção das diretoras brasileiras no período, além de avanços e manutenções de desafios relativos ao acesso das mulheres ao fazer cinematográfico. Por fim, são apresentadas algumas iniciativas feministas desenvolvidas pelas cineastas, no contexto estudado, para pensar as desigualdades de gênero dentro do meio audiovisual e propor soluções. Percebendo a história como construção de mais um dos espaços de poder, faz-se aqui uma revisão crítica, resistência frente a um processo ativo de esquecimento das contribuições das mulheres para o cinema brasileiro. (AU)

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