| Processo: | 22/04012-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2024 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Teórica |
| Pesquisador responsável: | Fernando Rodrigues da Silva |
| Beneficiário: | Fernando Rodrigues da Silva |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade (CCTS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Sorocaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Sorocaba |
| Pesquisadores associados: | Alexandre Marcos Antonelli ; Ana Carolina Oliveira de Queiroz Carnaval ; Diogo Borges Provete |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 25/04885-4 - XI Congresso Brasileiro de Herpetologia, AR.BR |
| Assunto(s): | Biogeografia Macroecologia Ecologia de comunidades Evolução Biodiversidade Mata Atlântica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biogeografia | Ecologia de Comunidades | Evolução | Macroecolgia | Macroecologia |
Resumo
Compreender como especiação, extinção e dispersão influenciaram a distribuição e a diversidade das espécies atuais na região Neotropical tem sido um dos tópicos mais intrigantes em ecologia e biogeografia. Embora a Mata Atlântica esteja entre as florestas tropicais mais ricas em espécies do mundo, são raros os estudos integrando abordagens evolutivas, biogeográficas e ecológicas para avaliar os processos que explicam a biodiversidade desta região. Neste projeto, proponho integrar hipóteses e abordagens que são aplicadas frequentemente de forma isolada em diferentes disciplinas para aprofundar nossa compreensão sobre os processos que moldam os padrões de diversidade de vertebrados terrestres (aves, anuros, mamíferos e Squamata) na Mata Atlântica. Para isso, proponho dois objetivos principais: i) delimitar regiões biogeográficas com base em algoritmos e unidades amostrais padronizadas; e ii) usar abordagens evolutivas e biogeográficas para estimar a taxa de diversificação e dispersão em diferentes regiões geográficas ao longo do tempo. Considero este projeto inovador, pois integra abordagens e teorias de diferentes disciplinas (biologia evolutiva, biogeografia e ecologia) para entender como a biodiversidade da Mata Atlântica emergiu e como ela varia no espaço e no tempo. Além disso, o projeto contribuirá para a formação de estudantes de graduação e pós-graduação, estabelecer redes de colaboração internacional e aumento do reconhecimento nacional e internacional do Laboratório de Ecologia Teórica: Integrando Tempo, Biologia e Espaço (LET.IT.BE). (AU)
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